A TUA MAIOR E MELHOR FONTE PORTUGUESA DA DEBORAH SECCO

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06
Abr 17

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Celebrando o verão neste ensaio especial, Deborah Secco declara seu amor à filha, Maria Flor, e ao marido, Hugo Moura. E conta que a família a transformou em uma pessoa melhor: “Hoje, não dou importância ao ego e ao status”

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 Deborah Secco para a QUEM

 

Aos 37 anos e um ano depois de dar à luz Maria Flor, Deborah Secco posa linda e de alto astral para QUEM, celebrando o verão e a vida. Desde que se tornou mãe, Deborah vive felicidade plena com o marido, Hugo Moura, de 25. “Ele assumiu tudo muito melhor do que a maioria dos caras mais velhos que conheço”, orgulha-se. Ela admite que a gravidez não foi uma boa experiência, mas garante que a maternidade compensa tudo. Tanto que já pensa em aumentar a família. No ar como a Tânia, de Malhação, ela ainda conta que não está se exercitando e que gosta mesmo é de um pratão de arroz com feijão.

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Gravidez
“Odiei a gravidez. Tive alterações hormonais muito sérias. Dizem que os primeiros meses da criança são difíceis. Não achei. Para mim, a gravidez foi muito mais difícil. Mas tudo bem. Nada que me prive de ter outro filho (risos). Depois, quando a fofura vem, tudo vale totalmente a pena.”

 

Nascimento
“Eu vi a Maria nascer pelos olhos do Hugo. Ele estava me segurando e de repente as lágrimas começaram a escorrer pelo rosto e ele falou: ‘Minha filha!’. Nunca vou me esquecer dessa cena. Para mim, felicidade é aquele olhar dele, as lágrimas escorrendo e ele falando: ‘Minha filha, não chora. Não chora, minha filha!’.”

Cobrança
“Optar por ser mãe é uma escolha que não é fácil. Me cobro, me culpo pelo pouquinho que não posso ficar com ela... Queria poder ser só mãe. Como não posso, me adapto a essa realidade e tento ser a melhor mãe possível.”

Redes sociais
“Minha vida é tão normal! E a Maria é uma criança como qualquer outra. Podia não colocar fotos dela nas redes sociais. Mas hoje elas existem. E eu sou só mais uma pessoa que também se diverte postando fotos. Para mim, é muito louco saber que as pessoas ficam nessa piração: ‘Não vou postar nada porque as pessoas vão copiar minha filha’. Caguei para isso! Tenho que ser feliz! Deito minha cabeça no travesseiro – graças a Deus – e durmo com a consciência muito tranquila. Não faço mal a ninguém, tento ser bacana com todo mundo, sou cumpridora de todas as regras. Então, que a vida seja mais leve.”

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Segurança
“Tenho acesso remoto às câmeras da minha casa inteira. Toda hora, dou uma olhadinha. Vejo o que o Hugo e a Maria estão fazendo. Mato a saudade. No começo, era mais grudenta e tinha dificuldade de não ficar ligando para casa. Mas o trabalho não rendia. Então, quanto menos paro para falar, mais rápido volto para casa.”

Sonho
“Hugo e eu nos conhecemos há dois anos. E tudo o que a gente sonhou e achou que fosse acontecer, aconteceu melhor ainda. Nossas afinidades não nos enganaram. Nossas diferenças não existem.”

Casal
“A rotina da gente não mudou com a chegada da Maria. Temos muita paixão. Só ficamos com mais vontade de estar junto. Não temos crise: ‘Ai, tenho que dar atenção para o meu marido’. Quando a Maria dorme, ficamos com nossa relação, só nós dois.”

Diferença
“Acho uma bobagem nossa diferença de idade. Meu medo era só que ele não quisesse compromissos tão sérios, nem responsabilidades tão grandes logo de cara. Mas elas vieram e ele bateu no peito. É o homem da casa, mesmo com 25 anos. Assumiu tudo muito melhor do que a maioria dos caras mais velhos que conheço.”

Família
“Queremos ter mais um filho. A diferença do Hugo com a irmã é de quatro anos. A minha com a minha irmã é de um ano e meio. Acho que a diferença minha com ela é ideal. E ele acha que a ideal é a dele com a irmã dele. Estamos só negociando o melhor momento. Vamos chegar a um consenso, se Deus quiser (risos).”

“Queremos ter mais um filho. Estamos só negociando o melhor momento

Malhação
“Não estou na minha melhor forma, nem com a barriga definida, mas também não estou querendo. Quando a Maria completou 1 mês e dez dias, voltei a malhar. Depois de dois meses, comecei a achar que estava ficando muito forte. Em abril do ano passado, parei de vez. Estou sem malhar e comendo.”

Paladar
“Tomo café, almoço, janto... Não como mais doce. Antes comia duas panelas de brigadeiro todo dia. Agora estou gostando mais de bala. Como uns 20 pirulitos por dia (risos). Mas prefiro mesmo um pratão de salgado. Arroz, feijão, bife à milanesa!”

Metabolismos
“Já engordei 17 quilos para um filme. Depois perdi 17 quilos em um mês. Fiquei sem comer e fazendo exercícios. Talvez por isso tenha tanta tranquilidade para comer o que quero. Sei que, se precisar, volto em um mês. É o que o Hugo fala: ‘Seu metabolismo responde numa velocidade incrível’. Mas ele, tadinho, tem mais tendência a engordar. Ele sofre!”

Vida boa
“Minha vida está melhor do que tudo que sempre sonhei. É impressionante como minha ansiedade baixou. Hoje, não dou importância a pequenas coisas como o ego e o status. A responsabilidade de ter um ser que depende de mim faz que eu me esforce muito mais para contornar minhas deficiências. Nunca estive tão feliz. É o melhor momento da minha vida. Tive muita sorte de encontrar um homem parceiro de verdade, com quem divido a vida. E também de ter tido uma filha tão doce e apaixonante como a Maria Flor.”

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QUEM CUIDA DE DEBORAH

Karla Assed, dermatologista
“Deborah tem pele oleosa e por isso, diariamente, usa um sabonete em gel, que mantém a oleosidade controlada e a pele sem manchas. De manhã e à noite, aplica uma fórmula contendo iluminadores e substâncias rejuvenescedoras, que dão mais brilho e qualidade à pele. Todos os dias, também usa um creme no contorno dos olhos e filtro solar.”

Heloisa Rocha, médica ortomolecular.
“Trato o hipotireoidismo da Deborah e faço uma ‘poção mágica’ com suplementos para que ela mantenha pele, cabelo e unhas saudáveis; para melhorar concentração e memória; para diminuir a retenção de líquidos e amenizar a TPM; além de probióticos e enzimas digestivas. Na minha clínica, ela faz drenagem linfática e aparelhos contra celulites e gordura localizada.”

Rafael Lund, personal trainer
“Hoje em dia ela não está treinando, para cuidar da filha, mas sua base envolve exercícios de força e atividades cardiorrespiratórias. Pego o conceito do crossfit com treinos que envolvem exercícios resistidos, em muitos casos misturados com aeróbicos. Assim, consigo focar no que ela quer: reduzir o percentual de gordura e ganhar um pequeno tônus muscular.”

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 Deborah na praia localizada à frente do Sheraton Grand Rio Hotel & Resort

 

Fonte: Revista Quem

publicado por Deborah Secco Portugal às 12:54

22
Out 15

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 A atriz espera sua primeira filha, Maria Flor, fruto do seu relacionamento com Hugo Moura

Assim como muitas mulheres grávidas, Deborah Secco não esconde de ninguém sua ansiedade para a conhecer a filha, Maria Flor, fruto do seu relacionamento com o modelo Hugo Moura, que vem se mostrando bastante empolgado por ser pai pela primeira vez. A atriz compartilhou neste domingo (18), uma foto em que mostra seu barrigão de 31 semanas. "Vem filhota", escreveu mamãe de primeira viagem, para legendar o registro.

 

Desde que descobriu que estava grávida, Deborah tem aproveitado boa parte de seu tempo para cuidar não só da chegada da criança, mas também de sua vida pessoal como um todo. Além de ficar com a família, a atriz também realizou, há pouco tempo, uma mudança no visual, e voltou a ter cabelos longos.

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 A atriz publicou uma imagem na rede social falando sobre a atividade física durante a gestação: 'Hoje o treino foi na piscina! Desde que engravidei, esse vem sendo um ótimo tipo de treino... Duas vezes por semana levo Maria Flor pra nadar!'

Atriz pratica exercícios na praia e também faz hidroginástica

Para manter a forma Deborah Secco tem feito treinos funcionais na areia da praia e também hidroginástica. No sábado (17), ela publicou uma imagem em rede social falando sobre a atividade física durante a gestação. "Hoje o treino foi na piscina! Desde que engravidei, esse vem sendo um ótimo tipo de treino... Duas vezes por semana levo Maria Flor pra nadar!", comentou.

Superdisciplinada em sua primeira gravidez, Deborah já compartilhou no seu Instragram uma montagem de fotos mostrando seus exercícios. "Treino feito! Membros superiores para preparar meu colo para Maria Flor!", escreveu ela.

Deborah Secco sobre conselhos de gravidez: 'Nunca ouvi tantos'

Durante uma participação no "Domingão do Faustão", a atriz falou da gestação da sua primeira filha, que está se movimentando bastante na barriga. "Não vomitei nenhuma vez na gravidez e não tive nenhum desejo. Nada, parece que não estou grávida", brincou.

Além disso, Deborah Secco revelou o que pensa sobre os conselhos que tem recebido durante a gravidez: "É impressionante como a gente recebe conselhos, nunca ouvi tantos, mas eu acho que cada criança é uma e eu quero ser mãe", explicou a Fausto Silva.

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 A artista não esconde de ninguém sua ansiedade para a conhecer sua primeira filha, Maria Flor

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 Deborah Secco exibiu sua barriguinha de gravidez fazendo musculação

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 'É impressionante como a gente recebe conselhos, nunca ouvi tantos, mas eu acho que cada criança é uma e eu quero ser mãe', revelou a atriz no palco do 'Domingão do Faustão'

Fonte: Purepeople

publicado por Deborah Secco Portugal às 13:11

01
Abr 15

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 Atriz, que está de namorado novo, colocou o bronzeado em dia e exibiu as curvas em praia do Rio

Deborah Secco aproveitou a sexta-feira (27) de sol ao lado do namorado, Hugo Moura, para colocar o bronzeado em dia.

A atriz  foi clicada relaxando na Prainha, no Rio de Janeiro, enquanto o amado pegava onda. Com um biquíni  pequeninino, Deborah mostrou a boa forma que mantém graças à prática do pilates.

Recentemente, ela foi premiada por sua atuação no filme Boa Sorte pela APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte).

No longa, a atriz interpretou uma soropositiva e emagreceu vários quilos para o papel.

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Fonte: Terra

publicado por Deborah Secco Portugal às 01:14

18
Out 14

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 Deborah Secco está em ótima forma, vestindo manequim 34, no ar em Boogie Oogie como Inês

Depois de ficar magérrima para viver uma soropositiva no cinema, atriz fala sobre motivação para transformações com o corpo

Deborah Secco não contém os sorrisos nos corredores do Projac e, se cruzar com ela, não há como ficar indiferente. A atriz que interpreta Inês, em Boogie Oogie, está radiante com a excelente fase profissional. "Eu sou suspeita pra falar, porque estou no momento mais feliz da vida", resume ela com brilho nos olhos.

Em um papo quase confessional, a atriz abriu o coração ao Gshow e contou como se sente agradecida por viver hoje o que sempre buscou. Além da novela, Deborah começa a trabalhar na divulgação do filme "Boa Sorte", em que interpreta Judite, uma soropositiva que vive uma história de amor.

Na telona, ela contracena com Fernanda Montenegro, Cassia Kis Magro e o estreante João Pedro Zappa, e já tem recebido críticas que tem lhe rendido lágrimas. De alegria, claro! "Aí você dá aquela respirada e fala: acho que estou no caminho certo. Ainda estou no início do caminho, mas pelo menos estou na estrada certa", comenta Deborah sobre o elogio de Fernanda Montenegro ao seu desempenho no longa-metragem, que estreia em novembro.

Além do grande aprendizado de interpretar Judite, uma jovem que se depara com a possibilidade do fim da vida, Deborah conta que a experiência lhe trouxe muito entendimento: "Nunca me julguei uma pessoa forte, porque sempre aceitei muito mais a vida do que briguei contra ela. E hoje vejo que isso é uma força, não é uma fraqueza. Fracos são os que brigam, fortes são os que aceitam", reflete.

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 Para rodar o filme 'Boa Sorte', em janeiro e fevereiro de 2013, Deborah emagreceu 11 quilos para viver Judite

Corpo em dia? Só com muita motivação
Para viver plenamente a jovem Judite, a atriz perdeu 11 quilos! A aparência magérrima no trailer do filme, divulgado recentemente, surpreendeu muita gente e gerou muitos comentários. Mas Deborah revela que para conseguir tal façanha teve acompanhamento médico, muita disciplina e determinação.

"Emagreci 11 quilos e depois eu topei fazer um outro filme em que engordei 14. Então acabaram todos os tabus. Essa coisa de ser bonita, de viver para a beleza, de fato ninguém tem o direito e a audácia de falar isso para mim. Porque eu consegui, acho que o impossível", contou a loira que agora veste manequim 34 e arrasa nos figurinos coloridos anos 70 de Inês. E o segredo para a boa forma que ela exibe em Boogie Oogie? Ela tão tem. A receita é muita ralação nos exercícios de pilates, muay thai, crossfit, funcional e musculação. Haja fôlego!

Eu busco [interpretar] mulheres que me façam melhor"
Deborah Secco

Já a motivação para estas transformações, Deborah deixa bem claro: "Eu busco [interpretar] mulheres que me façam melhor. Tanto a Raquel, de 'Bruna Surfistinha', quanto a Judite, de 'Boa Sorte', foram mulheres muito especiais. Que entraram em mim e saíram levando muito de mim, mas deixando muito delas comigo. Me tornando, sem dúvida, uma pessoa muito melhor".

Focada na construção de uma carreira sólida, a atriz de 34 anos, que estreou em novelas com apenas 11, diz que está aberta a papéis que lhe desafiem. "Graças a Deus a minha família já tem uma segurança financeira e acho que posso escolher a atriz que eu quero ser. E essa atriz é disponível a mergulhos profundos. Para contar histórias que valham a pena", revela.

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Em 'Boa Sorte', filme de Carolina Jabor, a atriz interpreta uma jovem soropositiva que vive uma história de amor

"Eu busco o meu amor..."
Felicíssima com a profissão, Deborah não esconde que está com o coração aberto para o amor. Se em Boogie Oogie a aeromoça Inês acaba de iniciar um romance com o gatinho Beto, vivido por Rodrigo Simas, fora do set a atriz se espelha na personagem à procura de sua cara-metade.

"Busco mesmo o meu amor, as pessoas já estão cansadas de saber disso", entrega Deborah entre risadas e sem constrangimento. "Acredito que, entre sete bilhões de pessoas no mundo, existe uma que seja a minha metade".

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 Em Boogie Oogie, Inês, personagem de Deborah, vive o início de um romance com Beto, interpretado por Rodrigo Simas

Fonte: Globo

publicado por Deborah Secco Portugal às 19:39

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 De volta aos exercícios, atriz mostrou corpo em forma durante treino

A segunda-feira (29) foi dia de voltar à dieta e aos treinos para Deborah Secco. A atriz mostrou um clique de sua aula de pilates no Instagram logo cedo e mostrou que está com energia total para sua rotina de musculação. Animada com os exercícios, ela contou sobre os exercícios aos seguidores.

“Bom dia! Pegando pesado desde cedo! Boa semana pra gente!”, desejou a atriz.

E o final de semana foi de festa e muita empolgação para Deborah, que estreou a temporada da peça Mais Uma Vez Amor, no teatro Abel, em Niterói, na Grande Rio de Janeiro. Ela contracena com Marcos Mion na montagem e recebeu amigos famosos para as primeiras apresentações.

A peça conta a história de Rodrigo e Lia, que vivem um amor nada tradicional. Apesar de se amarem e manterem uma relação fixa, os dois são casados com outras pessoas e vivem a história há anos.  A temporada do espetáculo vai até o dia 14 de novembro e tem ingressos variando entre R$60 e R$30.

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Fonte: O Fúxico

publicado por Deborah Secco Portugal às 19:03

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 Atriz mostrou que acordou com disposição neste domingo e posou em frente ao espelho com sua roupa de ginástica

Deborah Secco mostrou que acordou com disposição neste domingo, 29, e posou em frente ao espelho antes de sair para malhar. A atriz, que estará na nova novela das seis, "Boogie Oogie", postou foto no Instagram onde aparece de shortinho e top, deixando o tanquinho à mostra, e contou que ainda vai à praia mais tarde. "Bora! Treinar, praia e depois descansar... Bom domingo pra nós!", escreveu.

Nos comentários, muitos elogios à boa forma de Deborah. "Tá bem, hein filha?", "Corpo perfeito!", "Tá linda demais" e "A melhor que tem" foram algumas das mensagens deixadas para a atriz, que está solteira no momento.

Fonte: Ego

publicado por Deborah Secco Portugal às 18:58

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Elegantérrima, atriz deixou a Cidade Maravilhosa nesta quarta-feira (1)

Deborah Secco parou o aeroporto Santos Dumont, na região central do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (1). De saltão e look todo preto, a atriz atraiu olhares ao passar pelos corredores em direção a sua sala de embarque. Ela não desgrudou do celular enquanto caminhava pelo local e nem deu bola para um paparazzo de plantão no local, que fez alguns cliques da beldade.

Com a agenda corrida de trabalho, Deborah tem conciliado as gravações de Boogie Oogie, em que dá vida à Inês, na faixa das seis da Globo, com os ensaios da peça Mais Uma vez Amor, em cartaz no Teatro Abel, em Niterói, no Rio de Janeiro.

Para completar a rotina de trabalhos, ela também tem compromissos com a divulgação do longa Boa Sorte, que estreia em novembro nos cinemas de todo o Brasil. Na produção, ela interpreta uma soropositiva para HIV e aparece 10kg abaixo de seu peso nas imagens.

Apesar de tanta correria, a morena não deixa seus treinos de lado e continua praticando pilates, boxe e indo às aulas de musculação. Isso é que se chama dedicação!

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 Fonte: O Fúxico

publicado por Deborah Secco Portugal às 18:51

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 Aos 34 anos, a atriz segue estampando de maneira fatal nosso imaginário de capa de revista

 

Desde os 8 anos, Deborah Secco acontece sob os holofotes. Como numa história que corresse paralela a sua própria história, suas personagens sempre estiverem um passo à frente. O primeiro beijo na vida real veio depois do beijo na ficção. O sexo existiu antes na novela. Aos 34 anos, a atriz segue estampando de maneira fatal nosso imaginário de capa de revista. Mas é possível falar com ela. Enquanto seu personagem posava para as fotos desta edição, Deborah Secco conversou com Trip. Assertiva, forte mas frágil, conhecedora de seus limites e de sua trajetória, a atriz cita aquela que chamou de "frase da sua vida": "Uma pessoa não é aquilo que quer, mas o que pode ser"

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Ela se diz transformada por dois de seus papéis no cinema: uma garota de programa egressa da classe média, em Bruna Surfistinha, mais de 2 milhões de espectadores em 2011; e a soropositiva terminal Judite, de Boa sorte, estreia da diretora Carolina Jabor na ficção, a ser conferido nos cinemas a partir de novembro. Para viver este drama baseado em conto do cineasta Jorge Furtado, Deborah Secco perdeu 11 quilos.

Com todos eles de volta (e mais três adicionais), a atriz carioca teve pela frente novo papel principal, o de uma decadente apresentadora de programa infantil, em A estrada do diabo (ainda sem estreia definida), de André Moraes. “Um filme diferente de tudo. Um grupo de atores está fazendo um longa de baixo orçamento e meio que pira no método Fátima Toledo, não sabe mais o que é a realidade”, diverte-se.

A alusão à polêmica preparadora de elenco (de Pixote, Cidade de Deus e Tropa de elite), conhecida pela linha dura e busca por uma atuação realista custe o que custar, entra de modo bem-humorado na conversa testemunhada por uma mesa generosa, repleta de guloseimas, fraco confesso da anfitriã. No luxuoso apartamento de Deborah, em frente à praia da Barra da Tijuca, o cenário oceânico do Rio se comporta de maneira pouco usual durante as 2 horas de papo: relâmpagos, fortes ondas, chuva de granizo.

Habituada aos holofotes desde os 8 anos, a ex-estrela infantil faz psicoterapia há duas décadas. Desde 2004, depois de sofrer de um problema na tireoide, começou uma virada atlética à base de variada rotina de exercícios: após a entrevista, empolgada, faz questão de demonstrar energicamente seus movimentos de levantamento olímpico, também conhecido como halterofilismo. Solteira após dois casamentos (com o diretor de TV Rogério Gomes, entre 1997 e 2001, e o futebolista Roger Flores, de 2009 a 2013) e um relacionamento longo com Falcão, vocalista d’O Rappa, Deborah chega aos 34 anos sem fazer o tipo je ne regrette rien (não me arrependo de nada).

Ela não se orgulha de ter posado nua para a revista Playboy duas vezes, em 1999 e em 2002, exibindo o nu frontal que mesmo no ousado Bruna Surfistinha, por exemplo, não foi necessário. “Eu poderia ter feito teatro com Antunes Filho, virado uma atriz cool. Me questionei bastante sobre isso, mas precisava da estabilidade financeira, queria proporcionar coisas para a minha família”, conta a menina criada em Jacarepaguá (zona oeste do Rio), em uma família de classe média – “baixa”, completa.

Na preparação para filmar Bruna Surfistinha, a menina que era “fragilzinha” e “fresquinha” (termos dela mesma) viveu por um mês entre garotas de programa. Moças estupradas pelos pais ou padrastos, que se drogavam para aliviar a dor, que lutavam para mandar dinheiro para filhos que mal viam. “Uma puta vida infeliz. Mas a capacidade delas de sobreviver me fez valorizar tudo que eu consegui. Uma delas me disse o que virou a frase da minha vida: ‘Deborah, ninguém é o que consegue ser. A gente é o que pode ser’. Apesar de todos os erros que cometi, dos tropeços que dei, estou superbem, tenho saúde, minha família está ótima. Vindo do lugar de onde venho, estou aqui, agora, neste apartamento”, pesa, expandindo o olhar para o belo céu encrespado.

Boa sorte, filme do qual (a exemplo de Bruna Surfistinha) Deborah é coprodutora associada, também colocou a estrela, que há dez anos tem contratos entre o primeiro time da Globo (e 20 anos de casa), no meio de mulheres com quase nada no horizonte. Visitou várias soropositivas terminais, tinha a ideia de fazer uma mulher “forte, guerreira”. Mas, ao conversar com o infectologista David Uip (atual secretário de Saúde de São Paulo), o primeiro a diagnosticar um caso de Aids no Brasil, descobriu outra chave para sua personagem. “Ele me disse que em todos os pacientes que acompanhou e viu morrer havia uma força construída na serenidade de aceitar a situação”, fala. 

Deborah tem um projeto em parceria com o diretor André Moraes já aprovado para a Gshow, braço de internet da TV Globo. “É para debater temas polêmicos, dizer não ao preconceito. Só poderia funcionar na web, porque na televisão sofreria censura”, adianta. Em breve, vai filmar, com Daniel Filho, em dois dias, Obra-prima, filme que “pretende quebrar paradigmas de distribuição no Brasil” (talvez seja exibido apenas on-line). Também tem se arriscado a escrever roteiros, desenvolvendo ideias com João Falcão e Zé Henrique Fonseca. “A minha expectativa agora é arriscar, fazer o que não sei se vai dar certo. Como me disse a Fernandona [Fernanda Montenegro, que vive a avó de sua personagem em Boa sorte], antes de uma cena: ‘Minha filha, a gente nunca vai saber se está fazendo direito’. Aquilo me deu uma calma pra vida.” Deborah diz que sua religião são “seus atos”, mas, por via das dúvidas, ligou para a mãe depois de filmar com a veterana. “Vamos numa igreja agradecer.”

 

 "Aprendemos com a minha mãe a não depender de homem: não se venda por nada, seja dona da sua vida, você é quem manda, você pode, você faz"

 

Em algum momento você pensou em ser outra coisa que não atriz? Não tenho lembrança da minha vida sem ser atriz. Nasci sabendo que seria atriz. Escrevi uma peça aos 5 anos, O arco-íris sem cor. Não foi só o texto, eu tinha todos os figurinos desenhados. Minha mãe conta que eu brincava de chorar, de rir, brincava que tinha perdido a memória, chegava no colégio sempre com uma personalidade diferente. Numa dessas brincadeiras, tipo  adedanha, vinha a pergunta: “Atriz com a letra D”. Eu respondia: “Deborah Secco”. Daí diziam: “Não valeeeee! Você ainda não é atriz”. E eu reagia: “Sou atriz, sim!”. Tracei minhas metas ainda menina: com 25 anos vou ser protagonista de novela da Globo, com 50 eu ganho o Oscar. Aos 24, um mês antes de fazer 25, o meu nome veio antes do de todos em América, novela das 8. Agora, o Oscar... [risos]. Sempre achei que tudo ia dar muito certo. Eu tinha um acordo com meu pai que, se eu tirasse menos de oito em alguma matéria da escola, pararia com o que ele chamava de “brincadeira”. Para mim, não era brincadeira. Era o meu trabalho, a minha vida. Desde os 8 anos passei a ganhar dinheiro com a profissão. Quando fazia o seriado Confissões de adolescente [na TV Cultura, em 1994, aos 14 anos], fiquei três meses sem ir às aulas, e combinei na escola que poderiam exigir 7,5 de média, mas que não me reprovariam por falta. Eu já tinha como meta os oito para o meu pai mesmo...

Seus pais se separaram quando você tinha 12 anos, você foi criada pela sua mãe. O ambiente na sua casa era feminista? Meu pai se casou de novo e foi se distanciando de nós. Meu irmão ficou dois anos com ele, só depois é que veio morar conosco. Então, no começo, éramos minha irmã, minha madrinha, minha mãe e eu. Sempre senti falta de um homem protetor, uma figura paterna. Mas minha mãe [Sílvia] nos criou – eu e minha irmã, Bárbara, – para sermos a mulher que ela não foi. E criou meu irmão para ser o marido que ela não teve. Minha irmã hoje é advogada bem-sucedida, com escritório que atende grandes empresas. Aprendemos com a minha mãe a não depender de homem: não se venda por nada, seja dona da sua vida, você é quem manda, você pode, você faz. Para o meu irmão, a lição era: não pode ficar o dia inteiro fora trabalhando, tem que ver sua mulher, seus filhos. E ele de fato prefere ganhar menos e ter tempo para levar o filho para o judô, é aquele marido que chega cedo e espera a mulher com o jantar pronto.

 

"No primeiro nu que precisei fazer, fiquei chorando o tempo todo. Tremia, não conseguia. O Daniel Filho, que me dirigiu no Confissões de adolescentes, e foi como um pai para mim, me disse: 'Vamos para a análise. Botar pra fora suas angústias.'"

 

Ela sempre foi dona de casa? Minha mãe não tem profissão, sempre foi mãe. Acho que é a profissão mais difícil que existe. Com três filhos, então, ela vivia em função da gente. Meu irmão era nadador, treinava 8 horas por dia. Acordava às 4 da manhã pra ir de Jacarepaguá (zona oeste do Rio) para o Fundão (Ilha do Governador, zona norte). Ela ia e voltava para levar a gente para o colégio, depois buscava. Ela brincava dizendo que era nossa chofer. Mas fez toda a diferença na nossa vida. Ela ficava na janela do balé gritando “é a melhor”, “linda” – mesmo eu não sendo. Levava meu irmão em todas as competições, ficava na beira da piscina com um chocolatinho na mão gritando “vai!” Tudo que ela fez por mim, fez por eles. Minha irmã também era do esporte: natação, tênis, vôlei.

Você teve uma outra irmã, mais velha, que morreu na infância. Eu tinha 1 ano e meio, ela tinha 5. Erro médico, ela teve alergia a um antibiótico, o médico não quis fazer logo a traqueostomia. E eu cresci com essa coisa de “a Deborah é doente, é fraquinha”. Tinha alergia a muita coisa. Entrava no mar, alergia a iodo; comia camarão, corre para o hospital. Hoje, tenho o maior orgulho de ser, dos meus irmãos, a atleta, a única que faz exercícios com um compromisso maior. Não só pela estética, mas por vencer os desafios que eu não conseguia. Fazer barra de um jeito que meu irmão não faz! Quando ganhei um pouco mais de dinheiro com o Confissões de adolescente fomos todos para a Disney. Na época, não andei em nenhuma montanha-russa, morria de medo, era toda fresquinha. Agora, há pouco tempo, voltei com meu irmão e minha sobrinha. Fui em todos os brinquedos, naquele Lex Luthor Drop of Doom, por exemplo, que é uma queda imensa [de 120 metros, a mais alta do mundo em parques de diversões]. Durante toda a infância fui a pobrezinha [risos]. E a mais feia. Meu irmão tem 1,93 metro, era muito bonito. Minha irmã tem 1,75 metro, e eu com meus 1,64 metro. Minha irmã ganhou corpo rápido, tem olhos verdes, cabelo loiro (depois escureceu). Eu sempre tive muita espinha, vergonha absoluta do meu corpo magrinho. Só fui aprender a andar de bicicleta há três anos. O meu instrutor falou: “É inadmissível. Você tem equilíbrio, fica em pé na bola de pilates, vai aprender!”.

Muitos talentos precoces sofrem na vida adulta em função da infância roubada pela profissão. Qual foi o impacto disso na sua trajetória? Eu não me queixo. Em Jacarepaguá, tinha pique, queimada, gato mia. Brincadeiras mais físicas que as das crianças de hoje. Eu tinha uma única boneca Barbie. Quando fui para os Estados Unidos pela primeira vez, com o dinheiro que ganhei, comprei 20 Barbies. Graças a Deus tive uma sobrinha para herdar todas. E pude brincar com ela tudo o que não brinquei na época. Meu pai era matemático, dava aulas em colégio para os melhores alunos, que estudavam muito para passar no IME [Instituto Militar de Engenharia] e no Ita [Instituto Tecnológico de Aeronáutica]. Ele me dava problemas de vestibular e eu, com 10 anos, resolvia pela lógica. Ele dizia que eu seria uma grande matemática. Ficava louco com essa coisa de eu querer ser atriz. Mas eu dizia: vou ser atriz de qualquer jeito. Se der tudo errado, vou ser atriz pobre, vou passar o chapeuzinho na praça. Eu fiz vestibular só para dar satisfação para eles, entrei em filosofia, na PUC-RJ. Passei, tranquei e falei: “Pai, meu compromisso com você foi até aqui. Tá bom assim”.

 

"Meu primeiro beijo veio antes na ficcção. As personagens viviam coisas antes de mim. Isso me machucava. O início dessa coisa da Deborah sexy foi muuuito doloroso"

 

O que você lia quando criança? Eu li O amor nos tempos do cólera com 9 anos. Pensei: “É isso que eu quero! Um amor que não dê certo, porque aí você vive a vida toda com aquilo, a expectativa. Imagina que chato arrumar um amor que dê certo logo aos 20 anos? Perde a graça”. Era uma coisa completamente louca e adiantada para a idade. Eu sempre falo que, em todas as minhas relações, tentei acreditar no príncipe encantado. Acho que assim fui levando adiante muitos relacionamentos. Como atriz, eu nem deveria falar isso, mas... Como espectadora, o que gosto mesmo é de Uma linda mulherGhost, Um dia, filme com a Anne Hathaway. Eu choro. Sempre gostei de histórias de amor, e fico pensando em vivê-las, claro. “Quando ela mente/ não sei se ela deveras sente/ o que mente pra mim” [versos de “Ela faz cinema”, de Chico Buarque] é o que mais me define nos relacionamentos. Eu falo pra mim mesma: “Não finge, Deborah, não finge”. Hoje eu tô trabalhando isso.

Que tipo de terapia você faz? Comecei a fazer análise com 18 anos. Tem ideias do Gurdjieff [1866-1949, místico armênio], eneagramas que ajudam a compor meus personagens. Comecei quando fiz uma novela, Suave veneno. Foi meu primeiro papel sexy. Eu não tinha a bagagem sexual que a personagem exigia e dei uma pirada. Tinha uma cena de dança que eu não conseguia fazer, o Daniel Filho cancelou a gravação até. No primeiro nu que precisei fazer, fiquei chorando o tempo todo, não conseguia. Tremia inteira, chorava e o Daniel, que foi um pai pra mim, que tinha me dirigido no Confissões de adolescente, me disse: “Vamos para a análise. Botar pra fora suas angústias, seus medos”. Na terapia, eu descobri que estava chorando porque ainda não tinha vivido aquilo. “Pô, para de roubar minha vida, ô, profissão!” Como no meu primeiro beijo... Meu primeiro beijo da vida real veio depois, um ano e meio depois, de eu ter beijado no teatro. E foi num curso, com o André Gonçalves. Lembro que pedi: “Dá beijo de língua, porque eu não sei beijar e preciso aprender. Eu nunca beijei na vida real”. As personagens viviam as coisas antes de mim. Isso me machucava. O início dessa coisa da Deborah sexy foi muuuito doloroso. Virei sex symbol, mas não sabia nem transar.

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Mas você abraçou isso bem demais, ou pelo menos assim ficou parecendo... No início, eu vou te falar que fiquei muito feliz. “Ganhei da minha irmã!” [Risos.] Depois vi que aquilo, para a minha família, naquele momento, era muito... útil. Porque podia trazer uma estabilidade financeira, uma visibilidade maior. Mas chegou uma hora em que começou a ficar só aquilo, e vi que tinha que buscar outras coisas, mostrar que eu era... o oposto daquilo. Eu não me acho nada sensual. Sou uma supermulher, legal, bem-humorada, carinhosa. Mas sexy não seria um dos adjetivos. Essa coisa que o Daniel Filho me ensinou: “Nada da Deborah pode ser maior do que a personagem. A sua vergonha não pode ser maior que a personagem! Sua vaidade, seu medo... A Deborah fica no camarim! Quem vem pro set é a personagem”. E ele, com aquela coisa do pai: “Você vai ter que trabalhar isso. Fiz assim com a Glória Pires, com a Sônia Braga, com todas elas. Então você vai aprender também. Não é a sua ética, não é a sua moral que estão aqui!”. Com isso, aprendi mesmo. A minha vaidade não é maior que o meu trabalho. Tive que emagrecer 11 quilos para fazer o Boa sorte. As pessoas me olhavam na rua, nunca me viram tão feia. Fiquei trancada em casa, porque, nas poucas vezes em que apareci, dava problema. Depois engordei todos os 11 quilos perdidos e mais 3 para fazer A estrada do diabo. Nessa época, dezembro de 2013, apareci no Vídeo show e no Altas horas. Foi nota por um mês: “Deborah gorda!”.

Hoje você atua também como produtora executiva. Os homens ainda se assustam com mulheres poderosas, ricas, donas de si? Não sei, hoje acho que vejo os homens mais assustados com mulheres que querem tirar proveito material deles. Que querem se aproveitar de uma relação para ganhar dinheiro, patrimônio. É triste, mas tem mulher que está aí para isso, os caras têm razão de se sentir acuados. Diante de uma mulher que se banca, que se basta, esses homens não duvidam do amor, se sentem verdadeiramente amados. No meu caso, talvez o meu patamar financeiro possa intimidar quem está muito longe dele. Mas eu estou tão longe de ser o que eu tenho! Minha essência não é essa.

 

"Perdi a virgindade aos 18 anos. [...] Não sou o tipo de mulher que vai dar para um cara hoje sem pensar que amanhã a gente vai se falar e discutir o nome dos nossos filhos. Se não for assim, nem começa"

 

Você é religiosa? O que eu acredito... A minha religião é o que eu faço, é a minha prática no dia a dia. Como diz uma menina, doente terminal, que eu conheci na preparação para o Boa sorte: “Certeza, certeza de que tem outro lugar, eu não tenho, não! Então vamos aproveitar aqui. Se puder, Deborah, traz logo amanhã bolo e brigadeiro!” [Risos.] Ela falava isso como uma diversão! Agora, depois de ter trabalhado com a Fernandona [Fernanda Montenegro], eu liguei pra minha mãe e falei: “Vamos numa igreja pra agradecer”.

Você ficou famosa no Confissões de adolescente, era uma molecota. Agora, na recente adaptação do seriado para o cinema, viveu uma tia. Como se vê envelhecendo? É muito louco, porque a gente lembra de olhar para a nossa mãe com essa idade e achar velha. Mas, cara, me sinto começando a minha vida. Se a finitude não me interromper antes do esperado, quero envelhecer. Desejo arduamente as rugas, ficar com o cabelo branco, desejo ficar toda curvadinha. Porque só não fica quem morre antes! Eu tô no comecinho, sou muito disposta a encarar coisas novas, arriscar. Tem uma coisa que dizem de mim: “Ah, a Deborah namora e muda de personalidade, vira outra pessoa”. Não é que eu vire. Mas qualquer relação é feita de trocas. E eu sem preconceito me predisponho a conhecer tudo. Eu sou super diurna e quando namorei o Falcão me dispus a entrar nos horários dele. Vi que aquilo poderia me fazer bem de alguma maneira. Eu ia e depois determinava meu limite: vai você, e eu fico em casa lendo um livro.

Você disse outro dia numa entrevista: eu não quero ser uma celebridade. Como é a sua relação com esse universo? Eu acho que as celebridades deveriam ser cientistas, pessoas que inventaram coisas importantes, que fizeram trabalhos relevantes, transformações sociais. Essas são as pessoas que deveríamos seguir, observar, aprender. Eu, não. Não tenho essa importância. Tento dar uma humilde contribuição. No Boa sorte, a gente discute drogas, HIV, amor, finitude, temas fortes. Eu faço também uma peça, Mais uma vez amor, que mostra, entre outras coisas, a época dos confiscos no plano Collor, aparece a Zélia Cardoso de Mello. Depois, no camarim, os adolescentes perguntam quem era aquela mulher. Eu faço questão de explicar, falar para eles do confisco etc.

Mas você joga o jogo das celebridades, dá entrevistas para certo tipo de imprensa, participa como jurada do “Dança dos famosos”, até já quebrou duas costelas participando do quadro do Faustão... Ali, no programa, eu estou sendo leal a quem me ajudou, tenho gratidão à empresa que me contrata. Valorizo o tanto que me ajudaram e faço com prazer, além do profissionalismo. Em 20 anos, meu salário nunca atrasou, sempre foram corretos comigo. Me deram tempo para que eu me redescobrisse, para que eu fizesse outros projetos. Devo essa lealdade a eles quando precisam do meu lado celebridade. E também posso usar dessa condição na hora de sentar com uma empresa para pedir apoio a meus projetos, divulgar minha peça, meu filme. Esse equilíbrio é algo que busco, ainda estou amadurecendo. Eu hoje posso estar numa entrevista falando sobre certas coisas, mas procuro um limite. Estou aqui falando de uma Deborah que interessa às pessoas, mas não é a Deborah real. Eu posso dizer isso aqui [risos].

 

"Se um dia for necessário mostrar o peito e a bunda, ok, ele pertence à personagem. Se um dia for necessário  mostrar a vagina para contar uma história, eu vou mostrar. Desde que não seja algo gratuito"

 

Você falou do Mais uma vez amor, uma espécie de seu lado politizado. Quando e como foi que você tomou consciência das coisas da política nacional? Lá em casa era proibido levantar da mesa sem ler jornal. E não tinha essa de “não quero ler a parte de economia”. Aprendi muito viajando e vendo as desigualdades do Brasil. Eu tenho um projeto social, junto com a escritora Martha Medeiros, que leva dentistas e oculistas ao interior. Tem outro com ginecologistas. Usei meu lado celebridade pra conseguir apoio. E comecei a ir com uma van fazer o preventivo em mulheres que nunca tinham feito um preventivo na vida. Aí você vê que falta muita coisa mesmo para arrumar... Eu me disponho a ir lá, levar informação. E compreensão política de que uma cesta básica não é suficiente. Mas não levanto bandeira de nada na minha vida.

Você já foi elogiada publicamente pela Dilma... [Interrompendo.] Ela fez um elogio a Natalie, minha personagem na novela Insensato coração. Eu fiquei muito grata, como ficaria grata a qualquer elogio de qualquer brasileiro. 

Você vê um avanço na possibilidade de termos duas mulheres no segundo turno na eleição presidencial? Na questão política, eu não penso nisso, sabe? Eu quero um bom presidente, seja mulher, homem, branco, negro. Eu quero é alguém que, de verdade, faça pelo Brasil.

Nos seus relacionamentos, você sempre teve noção de igualdade, na base do “o que ele pode fazer, eu também posso”? Eu sempre procuro que seja assim, e não só nos meus relacionamentos amorosos. Não tem essa de que o homem é diferente. No relacionamento de igual para igual, o que o casal combinar, vale para os dois.

Você já deu uma declaração diferente sobre fidelidade, que ela não era essencial... Foram palavras distorcidas. Eu sempre falo que “o combinado não sai caro”. Já vi muitos relacionamentos em que a fidelidade não era algo essencial para ambas as partes... dar certo. Eu não saberia viver assim, mas super
-respeito quem topa. Eu de fato acho que amando alguém a gente não consegue. Eu vejo homem dizendo isso – homem acha isso até ver a mulher com outro. Mas vejo muitas pessoas vivendo assim, algumas bem, e respeito, até admiro, queria ter esse desprendimento, sabe? Mas acho que o amor ainda me torna egoísta. Até com amigo, às vezes sinto ciúme de amizade. Aquela coisa “puxa, minha amiga, tão minha amiga, e viajou com outra amiga!”

Você teve relacionamentos com dois homens de profissões que muitas veem como “de risco” no quesito fidelidade: músico, Falcão, e jogador de futebol, Roger. E também um diretor da Globo [Rogério Gomes, com quem foi casada de 1997 a 2001]. Ah, mas a gente não escolhe, né? O amor, ele acontece. Ele vem e me toca. Não importa o que a pessoa é: branca, negra, velha, nova, famosa, cantor, jogador. Eu vou ter que lidar com as consequências, assim como eles têm que lidar com as minhas questões. Então, até nisso, a gente vai trabalhando na igualdade [risos].

No filme Bruna Surfistinha, você aparece em cenas fortes, mas não há nu frontal. Houve questões contratuais, esse tipo de restrição? Olha, no começo, o contrato estava cheio de restrições. Aí eu fui viver
um mês com as meninas, as garotas de programa. Quando saí de lá, pensei: “Cara, eu não vou fazer Uma linda mulher, eu vou fazer o que eu tiver que fazer nesse filme”. Entendi que o que eu ganhei ali iria valer tudo. Fiz as cenas sem pensar. No final, na montagem, eu estava junto, e me preocupei em incluir todas as cenas necessárias para contar a história, sem a preocupação do que iria aparecer ou não. Queria causar o desconforto que senti vivendo aquela vida. Queria que os espectadores saíssem com uma sensação
estranha, pelo menos. Achava que eram muito mais fortes aquelas cenas de homens me pegando, me batendo, do que o nu, a perna aberta. A perna aberta não contava aquela história, os tapas, sim. Se
um dia for necessário mostrar o peito e a bunda, ok, ele pertence à personagem. Se um dia for necessário mostrar a vagina para contar uma história (de um câncer, por exemplo), eu vou mostrar, desde que não seja algo gratuito.

E fazer a Playboy, como foi? Hoje eu não faria novamente a Playboy. Na época, pensei na segurança financeira, no bem-estar da minha família. Na primeira vez que posei, gastei meu cachê com uma casa para a minha mãe, uma casa para o meu pai, e paguei os estudos dos meus irmãos. Na segunda, comprei uma casa para mim, e apliquei um dinheiro. Eu pensava: “Se eu ficar desempregada, consigo viver com esses juros”. A casa era em Jacarepaguá, depois a gente veio para a Barra. E hoje, como eu não preciso mais, já tenho essa segurança financeira, o que a revista pode me dar em troca? Não sou dessas pessoas que querem ter sempre mais, em termos de ganho material. Eu pensava muito nisto: quantas pessoas fizeram uma novela de sucesso com 18 anos e depois não deram certo? Eu achava que essa segurança
financeira faria uma diferença na nossa história. Por isso decidi posar nua. Hoje, tenho muita tranquilidade para falar a respeito. Depois que tive essa lição de vida com as garotas de programa, com quem convivi para fazer o Bruna Surfistinha, isso tudo ficou bem claro e resolvido para mim. Isso me permitiu ser quem sou hoje, não estar atrelada a projetos comerciais, não ter que vender, não o corpo, mas a verdade artística. Hoje eu posso brigar pela minha verdade artística.

Uma indiscrição, como você se refere a sua vagina? Nunca chamei de nome nenhum. Quando era criança minha mãe falava “limpar a pepeca”. Depois comecei a falar “vou fazer higienização íntima”. Boceta eu não falo. Acho feio. Vagina é uma palavra complexa, são muitas sílabas se comparar com cu [risos].

Ao longo da carreira, além do processo de conquistas pela atividade física, você também se submeteu a transformações corporais. Até que ponto colocar silicone nos seios, por exemplo, é uma exigência de mercado de trabalho? Na verdade, eu botei silicone por uma questão que surgiu na análise. Eu tinha um superproblema com o peito da minha irmã. Ela tinha um peito lindo – e o meu peito não crescia. Até que um dia, a Dora, minha analista, disse: “Ô, Deborah, eu sou contra a plástica. Mas se isso está te fazendo mal na relação familiar, resolve o seu problema. Vai para vida”. E eu: “Não sei, quero ter filho antes”. E ela: “Mas isso parece ser um problema tão grande que você talvez nem tenha filho por causa dessas questões”. Se é um nariz que incomoda, alguma coisa física que faz mal para a pessoa, acho ótimo resolver com plástica, mesmo que soe fútil para os outros. Eu cresci com isto: minha irmã era muito mais bonita, os meninos gostavam dela. Os que eu gostava, namoraram com ela. Ela é um ano e meio mais nova do que eu. Eu jogava a culpa disso no peito, sabe? E realmente foi a solução, porque eu botei o peito e vi que não era esse o problema [risos]. Botei uma vez só, foi pouco, 230, 280 mililitros, eu acho. De roupa, não aparece tanto. Não sei se faria hoje, sabendo de tantos casos em que houve complicações. Bom, não ficou dos piores [risos]. Tem coisas que a gente só aprende com a idade. No final, mais vale o molinho verdadeiro do que o duro falso [risos].

Você cresceu na era da camisinha, a Aids já era tema na época do Confissões de adolescente. Como viveu a sexualidade nessa fase? Muito antes da minha primeira relação, minha mãe já havia me levado ao ginecologista. Fui apresentada à pílula, camisinha etc. A gente tinha aula de educação sexual: a coisa de como pedir para o cara botar a camisinha eu aprendi no colégio. Perdi a virgindade aos 18 anos, com camisinha. Assim, de uma forma lúdica, eu diria que não sou o tipo de mulher que vai dar para um cara hoje sem pensar que amanhã a gente vai se falar e discutir o nome dos nossos filhos [risos]. Para mim, a intimidade que o sexo permite a um casal é para pensar em construir uma vida juntos. Se não for assim, nem começa. Eu não lido bem com isso: se o cara não me ligar no dia seguinte, eu me mato [risos]! Não tenho essa força. Eu namoro muito, me envolvo muito. Tento acreditar nesse amor que talvez não seja tão perfeito quanto acho que é. E, com o tempo, me deparo com a realidade. Mas sempre começo alguma coisa pensando em relacionamento.

E drogas, elas estiveram por perto? Costumo dizer que tive sorte. De conhecer o final da história muito cedo. Tive contato com as drogas assistindo a pessoas muito próximas morrerem de overdose. Minha mãe segurou a gente em casa o máximo que pôde. Quando fui ter contato com drogas, já vi o fim da história: overdose, corre pro hospital, vai morrer, não vai morrer. Nessa ocasião, pensei: “Não quero isso para mim. Deve ser bom pra caralho, senão as pessoas não iriam se foder assim”. Isso ficou claro pra mim aos 17 anos. Eu nunca experimentei, e nem posso. Tenho total consciência. Pessoas com a minha intensidade... O meu fim seria aquele que eu vi, e seria rápido. Sou assim com comida. Como uma forma de pudim inteira. Tiro do forno e como direto. Uma panela de brigadeiro todinha também.

Doces são o seu fraco? E álcool? Só os doces. Comida em geral: arroz, feijão, farofa. Bebida, não. Não bebo nada, nem vinho. Não gosto do cheiro, acho mulher bêbada feio, perde uma coisa mágica, suave, doce... Mulher com cerveja, então... Mas quem gosta, tudo bem. Eu acho que se bebesse também, poderia adorar, gostar demais, ficar doida... Tem uma outra coisa aí: eu sempre soube que nasci com uma loucura artística de me permitir viver outras vidas. Por isso não posso perder minha razão, eu me perderia por aí. Passar do ponto fora da consciência, sabe? Eu já vim querendo brincar de ser outra pessoa, já vim com essa dose de loucura. Mas, convivendo com pessoas que usam droga ao longo do tempo, minha prática sempre foi: eu não peço pra você parar, você não pede pra eu usar.

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 No primeiro book, aos 9 anos: "Não tenho lembranças da minha vida sem ser atriz"

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Com a mãe, Silvia Regina, os irmãos Ricardo e Barbara e os sobrinhos

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 Abraçada ao pai, Ricardo

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 Na primeira peça em que atuou, ainda no colégio

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 Aos 15 anos, no seu baile de debutante, fazendo par com Daniel Filho

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 No papel da filha de José Wilker, em A Próxima Vítima, na TV Globo: "Aprendi muito com ele"

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 Na novela Boogie oogie, com o ator Fabrício Boliveira: "Sou uma supermulher, legal, bem-humorada, carinhosa. Mas sexy não seria um dos meus adjetivos"

 

Fonte: Revista Trip

publicado por Deborah Secco Portugal às 16:17

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 Atriz posou com decote e avisou que ia treinar após noite sem sono nesta segunda-feira, 28

Deborah Secco leva a malhação a sério. Apesar de não ter dormido na noite de domingo para segunda, 28, a atriz foi para a academia e mostrou disposição. "E mesmo sem dormir, bora treinar! Bom dia!", escreveu a atriz no Instagram.

Deborah, que está no elenco de "Boogie Oogie", nova novela das 6, falou ao EGO recentemente sobre as transformações no corpo. "Esse corpo é meu. Queria fazer surpresa mas vocês acompanharam", disse. Ela contou ainda que sofre o "efeito sanfona": "Emagreci, fiquei 11 quilos mais magra, engordei 15 quilos e agora voltei para meu peso ideal, 55kgs mais ou menos, não me peso, vejo pelas roupas", explicou.

Fonte: Ego

publicado por Deborah Secco Portugal às 16:10

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A atriz mostrou a boa forma enquanto brincava no Beach Park, em Fortaleza

Deborah Secco se divertiu neste domingo, 12, com um grupo de crianças carentes atendidas pelo Instituto Povo do Mar no Beach Park, em Fortaleza. A atriz ficou de short e top, mas em determinado momento posou com a parte de baixo do biquíni, chamando a atenção com a ótima forma, assim como no sábado, 11, quando usou um maiô fio-dental nas areias do Rio de Janeiro.

A intérprete de Inês na novela "Boogie oogie" está com um corpo de dar inveja, cultivado com muito exercício, entre eles, o pilates, que a deixou bem mais definida. No começo do ano, ela se submeteu a uma dieta detox e perdeu 11 quilos. Agora ela está com 55kg, que ela acredita ser seu peso ideal.

Nesta quarta, 8, ela voltou a garantir que está solteiríssima, negando boatos de que estaria namorando um médico paulista.

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A atriz no Beach Park, em Fortaleza

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 Ela curtiu o domingo no parque aquático

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Deborah se diverte com crianças carentes

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 No dia das crianças, a atriz compartilhou momentos de alegria com eles Deborah se diverte com crianças carentes

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Só farra

No dia das crianças, a atriz compartilhou momentos de alegria com eles

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 A atriz posa na água com amigas

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 Deborah também tem fãs mirins

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 Onde está Wally? A atriz posa com as crianças

 

Fonte: Ego

publicado por Deborah Secco Portugal às 14:59

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