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deborahsecco

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29
Dez11

‘Bruna Surfistinha’ chega hoje às salas nacionais - Prostituta famosa rende no cinema

Deborah Secco Portugal

Deborah Secco enche o grande ecrã. Ou melhor, o corpo dela domina e é dele que vive ‘Bruna Surfistinha’, filme do brasileiro Marcus Baldini, hoje em estreia nacional.

 

As curvas de Deborah Secco ficam sempre à vista ao longo do filme de Marcus Baldini

 

Adaptação da autobiografia ‘O Doce Veneno do Escorpião’, best-seller que relata a história real de uma jovem brasileira que ganhou fama com a prostituição e os seus relatos na internet, o filme é só sexo... e dinheiro fácil.

Quase a despejar as páginas do livro, a trama desliza sem profundidade, focando-se na expressão corporal da actriz, no seu peito torneado de silicone e no cliché de que o sexo rende e até pode (?!) ser uma profissão glamourosa.

Apressado e sem alma, este é o retrato cinematográfico da vida de Raquel Pacheco, uma jovem adoptada por uma família de classe média, que um dia foge de casa e entra num apertado apartamento de ‘garotas de programa’ em busca da sua independência. Adoptando o nome de ‘Bruna Surfistinha’, a jovem cria um blogue para relatar a sua rotina com os clientes, aposta num negócio por conta própria ao conquistar uma popularidade inesperada e mergulha na dependência da cocaína.

À boleia do sucesso do filme – que chegou ao Brasil em Fevereiro –, vários piratas informáticos aproveitaram para fazer burlas na internet. Através de e-mails apelativos, prometendo "imagens inéditas e proibidas", os piratas ‘sacavam’ dados e pass-words para fraudes financeiras. Quanto ao filme, defrauda as expectativas...

 

Fonte: Correio da Manhã

05
Jun11

Versão para TV de 'Bruna Surfistinha' tem Deborah Secco em cena de sexo lésbico

Deborah Secco Portugal

Segundo jornal, a cena extra mostra a atriz, que faz a personagem título, em carinhos íntimos com Cristina Lago

Priscila Prade/-Divulgação

Deborah Secco vai aparecer em cenas ainda mais quentes na versão de "Bruna Surfistinha" para a TV a cabo. Segundo a coluna Gente Boa, do jornal "O Globo", uma cena extra foi acrescentada ao longa, onde a atriz faz sexo com Cristina Lago, que interpreta sua amiga, Gabi.

 

Fonte: Ego

24
Abr11

Deborah Secco usa calcinhas pessoais para filmar Bruna Surfistinha

Deborah Secco Portugal

Revelação foi feita a Mariana Weickert para o canal a cabo GNT

Divulgação / Imagem Filmes

Para interpretar Natalie, Deborah tem investido em malhação

 

Em entrevista a Mariana Weickert para o canal a cabo GNT, Deborah Secco revelou que algumas das calcinhas usadas durante as filmagens de Bruna Surfistinha eram suas.

— As grandinhas de bichinho e a camisetona de dormir são minhas. Eu sou menininha, as pessoas não acreditam, mas eu sou menina — disse a atriz ao programa Vamos Combinar?.

Para aparecer sarada na pele da Natalie Lamour, de Insensato Coração, Deborah contou que tem investido na malhação e que fechou a boca.

— Eu estou malhando há um ano e não como, tá bom? — brincou.

Fonte: Clicrbs

15
Abr11

Bruna Surfistinha atinge 2 milhões de espectadores

Deborah Secco Portugal

Bruna Surfistinha

Bruna Surfistinha, estrelado por Deborah Secco, chegou à marca de 2 milhões de espectadores no Brasil. O filme já é o terceiro mais visto do ano no país. O longa arrecadou mais de R$ 18 milhões em suas quatro semanas em cartaz.

A produção, dirigida por Marcus Baldini, está sendo exibida em 305 salas e ocupou o terceiro lugar nas bilheterias brasileiras neste fim de semana, superando três das estreias internacionais da última sexta-feira (18/3).

O longa conta a história de Raquel Pacheco, que ficou conhecida popularmente como Bruna Surfistinha, após decidir largar sua vida na classe média paulistana para virar garota de programa. Contando seu dia-a-dia de profissional do sexo em um blog, ganhou notoriedade em todo o país.

Fonte: Cineclick

15
Abr11

Deborah Secco diz que emprestou as suas calcinhas para 'Bruna Surfistinha'

Deborah Secco Portugal

Quem viu o filme "Bruna Surfistinha" não imagina que algumas das peças usadas no longa foram emprestadas pela protagonista, Deborah Secco, para a personagem. “As calcinhas grandinhas de bichinho são minhas, a camisetona de dormir... Eu sou menininha, as pessoas não acreditam, mas sou menina”, contou a atriz ao programa "Vamos Combinar", de Mariana Weickert.

Foto: Reprodução Internet
Deborah começa o filme usando calcinhas grandes

A atriz também falou sobre os cuidados com o corpo, especialmente agora que dá vida à Natalia Lamour, em "Insensato Coração", a modelo que quer ser muito famosa de qualquer jeito. “Eu estou malhando há um ano e não como, tá bom?”, garantiu.

Foto: Reprodução Internet
Depois começa a usar peças mais sensuais
Foto: Reprodução Internet
No vídeo postado em seu blog, ela aparece como uma surfista
Foto: Reprodução Internet
E passa a usar calcinhas menores

Fonte: O dia online

08
Mar11

Sétima Arte: Bruna Surfistinha - Ousadia na medida

Deborah Secco Portugal

 

A imagem vem de uma webcam, com a baixa qualidade habitual. O nick atende pelo sugestivo nome de Raquel Sensual. Uma adolescente vestindo apenas uma camisa larga começa a se exibir, dando a entender que fará um striptease. Assim como aquele que está do outro lado da webcam, o espectador é colocado na posição de voyeur. Pode apenas acompanhar e, talvez, apreciar o breve show da ainda Raquel, sem jamais tocá-la. Assim começa Bruna Surfistinha, brincando com quem está na sala de cinema. Um pequeno aperitivo sobre um dos temas mais importantes e explosivos do filme: a sedução.

Sedução que escancara de vez quando Raquel ruma para um privê e deixa a vida de garota comportada. Vira prostituta, em um misto de busca pela atenção e vontade de ser independente. O filme evita julgar tal ato para se concentrar apenas na história de como a garota tímida e de franjinha se transformou na mais desejada do local em que trabalha. Uma mudança paulatina, que pode ser notada pelos trejeitos e pela segurança adquirida, aos poucos, pela ainda iniciante Bruna. A cada programa feito, mais acostumada ficava. E gostava. Item importante para seu bom desempenho na cama, refletido na procura cada vez maior de clientes. "Sou a melhor coisa do dia para eles", Bruna diz.

O sucesso, é claro, abre portas. Para o bem e para o mal. Por um lado, permite que Bruna alugue um apartamento luxuoso e abra seu próprio negócio. Por outro, as amizades por interesse surgem e o vício por cocaína aumenta. É quando Bruna Surfistinha se estabelece de vez, através do blog que a leva ao estrelato. Curioso notar que, à medida que a fama bate à sua porta, Bruna torna-se mais vulgar. O sexo e seus clientes sempre estiveram em primeiro plano, mas de uma forma, pode-se dizer, cuidadosa. A auto-estima adquirida e o culto à celebridade fazem com que deixe isto de lado, assumindo de vez a pose de mulher fatal e dona do próprio nariz. Bruna pode tudo, ela acredita. E paga o preço por isto.

A vida de uma garota de programa jamais é leve, sob vários ângulos. Desde o óbvio fato de ter relações sexuais por dinheiro até a solidão gerada por isto, seja afetiva ou por uma simples companhia verdadeira. Violência, desprezo, mulher objeto, drogas.... tudo isto faz parte de seu dia a dia. Um grande mérito de Bruna Surfistinha é não renegar nem amenizar este lado. Também por isso, trata-se de um filme duro. A cena do primeiro programa de Bruna, por exemplo, é de uma dor impactante, pelo lado emocional que carrega. Há outras no decorrer do filme, assim como momentos de descontração. A cena da blitz policial, por exemplo, é impagável. Nem tudo na vida é dureza, há também momentos de alegria. Mesmo sob a ótica muito particular da protagonista.

Diante de tal realidade, é óbvio que Bruna Surfistinha traz muito sexo para as telas. Entretanto, é importante dizer que, apesar de ser ousado, o filme jamais é explícito. Não há cenas de nudez frontal, mas há uma grande variedade de situações sexuais, inclusive envolvendo taras e fantasias bizarras. Uma atitude necessária, devido ao ambiente retratado. Fosse mais puritano e não seria um filme fiel ao espírito da verdadeira Bruna Surfistinha.

Com uma ótima atuação de Drica Moraes e um desempenho competente de Deborah Secco, que apenas não convence nas cenas pré-garota de programa - fica nítida a diferença de idade diante de seus colegas de colégio -, Bruna Surfistinha surpreende. Surpreende por trazer um retrato fiel e ao mesmo tempo atraente sobre a vida de uma prostituta que foi do céu ao inferno, graças às decisões que tomou. Poderia ter caído na armadilha de explorar apenas o sexo, mas este surge não como ponto principal da história mas um importante elemento que a compõe. Mérito para o diretor Marcus Baldini, que brilha também nas boas sacadas visuais usadas para integrar itens do blog ao ambiente de Bruna. Bem atuado e bem dirigido, Bruna Surfistinha é um programa que vale a pena.  

 

Fonte: Adoro Cinema

08
Mar11

"Era a garota estranha do colégio", diz Deborah Secco

Deborah Secco Portugal

Atriz protagonista de Bruna Surfistinha fala sobre o filme, que estreia nesta sexta-feira (18)


23022011  diz Deborah Secco.jpg
O diretor Marcus Baldini e Deborah Secco, durante entrevista coletiva nesta terça-feira (22), em São Paulo

 

O mais novo candidato a recordista das bilheterias do cinema nacional, Bruna Surfistinha, chega aos cinemas do país nesta sexta-feira (25) com Deborah Secco no papel de Raquel Pacheco, uma menina da classe média alta paulistana que sai de casa para se tornar garota de programa e ficou conhecida em todo o país pelo codinome que intitula o filme.

Em entrevista coletiva realizada na tarde desta terça-feira (22), em São Paulo, a atriz, que atualmente estrela a novela Insensato Coração (Globo), falou à imprensa, ao lado do diretor Marcus Baldini e colegas de elenco, sobre seu trabalho no longa-metragem.


Famosa por suas personagens sensuais na televisão, Deborah foi logo de cara citada pela produção da obra como um nome forte para viver Raquel/Bruna, mas o caminho para a musa conseguir, de fato, seu lugar no elenco não foi assim tão fácil. Baldini queria uma atriz menos conhecida do que ela para o papel.


- Eu tinha uma certa resistência porque a Deborah é uma atriz muito famosa  por sua sensualidade. E, para mim, a personagem tem uma sensualidade quase que desajeitada. Ela é uma menina tímida, que parece fazer isso só para conseguir aceitação.


Deborah, então, provou ao cineasta que era a pessoa ideal para o filme.


- Quando soube da oposição que o Baldini tinha ao meu nome, pensei: "eu quero trabalhar com um cara que queira a Deborah atriz".



Bruna Surfistinha é corajoso e não poupa os espectadores ao mostrar as experiências sexuais que Raquel passou na vida real e ralatou no livro O Doce Veneno do Escorpião, de 2005, que serviu de inspiração para Marcus Baldini criar o filme. Para essas passagens específicas, Deborah Secco não teve medo de mostrar seu corpo e afirmou que criou personagens bem diferentes dela.


- Eu construí a Raquel e a Bruna bem diferentes de mim.Não li o livro e não usei nada da minha real sensualidade. Não tive muitos problemas em fazer essas cenas [de sexo]. Cada uma delas teve a sua importância para a história. A minha maior preocupação era para que o filme não parecesse uma apologia à prostituição, porque esse universo é real. Não precisa existir um tabu desse tamanho em torno do assunto, já que se trata da profissão mais antiga do mundo. 

 

Mas será que Deborah não se parece em nada com a Raquel/Bruna do filme? A atriz confessa.

 

- Eu também não fui a garota mais popular do colégio. Eu era a garota estranha do colégio. E é isso que eu mais me identifico com a Raquel.

 

Além de Deborah, o filme conta com  as participações de Cássio Gabus Mendes, Drica Moraes, Fabíula Nascimento, Cristina Lago e Guta Ruiz.

 

Bruna Surfistinha será exibido em mais de 350 salas do país.

 


Fonte: jornalfloripa

08
Mar11

"Bruna Surfistinha" abusa de cenas fortes e traz pouca profundidade à personagem

Deborah Secco Portugal

Longa-metragem narra as aventuras e desventuras de garota de programa que se tornou símbolo sexual

Um dos filmes brasileiros mais comentados do ano: “Bruna Surfistinha", chega às telonas. Por sinal, com aprovação da verdadeira Surfistinha, Raquel Pacheco. Com cenas rodadas em Paulínia e Campinas, o longa fez pré-estreia no Theatro Municipal na noite de quinta-feira (24). Chega nesta sexta-feira (25) em 350 salas em todo o País.

A história é polêmica. Isso desde que surgiram as primeiras ideias da adaptação, afinal, não é tão fácil transportar as palavras da biografia de Bruna Surfistinha para as telas de cinema. Até porque, a prostituta ficou famosa por relatar seu dia-a-dia em blog e posteriormente contar sua vida no livro “O doce veneno do escorpião – Diário de uma garota de programa”. Portanto, pode-se pecar com erotismo gratuito. O diretor estreante Marcus Baldini procurou se afastar de tal facilidade.

Com patrocínio do Polo Cinematográfico de Paulínia, alguns pontos da cidade foram escolhidos para serem cenários do filme, como o Hospital Municipal, um posto de gasolina, uma academia e uma pousada. Em Campinas, a Unicamp, um apartamento no bairro do Cambuí e hotel da cidade também foram escolhidos como set.

As primeiras cenas do filme retratam a menina de classe média saindo de casa, dando às costas à vida como Raquel Pacheco e iniciando a caminhada para se tornar Bruna Surfistinha. A partir de flashbacks, o espectador tem acesso ao passado da garota, a falta de comunicação com os pais adotivos e os problemas na escola, fatos que a impulsionaram na decisão de se tornar garota de programa.

Raquel começa a trabalhar no Privê de Larissa (Drica Moraes), onde conhece outras prostitutas e inicia sua vida como garota de programa. De deslocada, como era no período de estudante, a jovem passa a ser a mais requisitada pelos clientes.

Baldini disse que teve dificuldades para provar que a produção não se tratava um filme pornográfico. De fato, apesar de estar repleto de cenas de sexo, não chega a ser vulgar. Soma-se a isso, o teor da construção das cenas erótica, frequentemente pintadas em tom forte; jamais glamourizando ou sensualizando a atividade de Bruna.

Aos 31 anos e em ótima forma, Deborah Secco convence como colegial. Recentemente, ela declarou que este é o papel de sua vida e parece mesmo se empenhar na interpretação, mas falta profundidade do roteiro com relação à personagem. Isso dificulta seu trabalho como atriz. Por exemplo, há apenas poucos momentos nos quais se pode perceber a necessidade da garota de receber atenção, o cerne da da narrativa proposto pelo diretor.  

 

 

 

 



O filme não questiona o problema da prostituição, nem mesmo quando mostra as outras garotas de programa, que claramente enfrentam a situação por dificuldades financeiras. O longa só mostra que a vida de Bruna se despencando, quando revive a entrada de Surfistinha nas drogas ou a falta de dinheiro.

No entanto, o maior defeito do filme é focar quase por exclusivo no dia-a-dia de Bruna, em detrimento de sua própria personalidade, seus sonhos, seus medos e frustrações. Como foi dito, a verdadeira Raquel aprovou o filme. E essa é a impressão deixada: de que o filme foi feito para agradá-la. Antes da sessão, o diretor declarou que o filme é o seu próprio olhar sobre a personagem que viu no livro. Talvez este seja o problema: a falta de ousadia de deixar um pouco de lado as declarações escritas no livro, em que se referem ao lado pitoresco da profissão; e se concentrar com entusiasmo na própria essência de Bruna Surfistinha.

 

Fonte: Eptv

08
Mar11

Bruna Surfistinha diz que engoliu coisas piores que o orgulho

Deborah Secco Portugal

Raquel Pacheco, conhecida como Bruna Surfistinha, estava bem humorada no dia da pré-estreia do filme que conta sua história.

"Pela primeira vez na vida, vou engolir o orgulho e chorar na frente de outras pessoas", escreveu no Twitter. "Mas, né? Já engoli coisas piores", brincou.

Já Deborah Secco, que faz o papel da ex-garota de programa no filme, estava mais apreensiva.

Sentada na penúltima fila da sala 1 do Cinemark Iguatemi ligou para sua mãe segundos antes do início do filme.

"Oi, vai começar. Reze por mim", disse. 

Fonte: ClickPB

08
Mar11

Menina transformada em mulher

Deborah Secco Portugal

Para Deborah Secco, passagem em direção à vida adulta torna universal história de Surfistinha 

Pergunta clássica: ‘O que Bruna Surfistinha e você, Deborah Secco, têm em comum? "Nada. A não ser o fato de que nenhuma das duas foi a garota mais popular do colégio. Eu era a magrela que queria ser atriz e faltava muito às aulas", responde uma guerreira Deborah ao Estado, em sua derradeira conversa com a imprensa antes da pré-estreia em São Paulo, na última terça. Deborah resistia bravamente à batelada de perguntas sobre sua jornada pela vida de Raquel Pacheco, a ‘garota de programa mais famosa do País’.

 

Talvez Deborah não esteja tão certa quando afirma que não tem nada a ver com a personagem do filme dirigido pelo estreante Marcus Baldini. Papel que, como a atriz reconhece, é um divisor de águas na sua carreira. E é a própria Deborah quem deixa escapar um dos pontos em comum entre Bruna, Raquel Pacheco e todas as mulheres do mundo: "É a jornada da menina que se torna mulher. Que mulher, em algum momento da vida, não se expôs para se afirmar, para ser aceita. A gente se descobre mulher, mas, ao mesmo tempo, pode começar a se autoflagelar para agradar, para receber amor".

Como você trabalhou essa dualidade da personagem?
Foi sempre delicado. Ao mesmo tempo que a mulher pode sentir prazer em ter poder de atração, ela pode se deteriorar por se vender. É sempre uma relação de prazer e dor. Nunca de prazer pleno.

E essa dor não tem só a ver com a garota de programa, mas com a busca por aceitação.
Exato. Não é a Bruna. É a mulher. Por isso choro várias vezes vendo o filme. Acho que até nós, mais velhas, buscamos amor o tempo todo. É uma busca desmedida que não nos supre. Eu mesma quantas vezes já me expus buscando aceitação?

Bruna Surfistinha, apesar das cenas de sexo, é filme para mulher?
É sim. Para me ver nua, não precisa ir ao cinema, é só dar um google. As mulheres se identificam com ela porque sentem a dor física. Imagine o que é ter cinco, seis homens em cima de você todo dia. Por mais que tenha pesquisado, conversado com garotas de programa, nunca vou entender a dor delas. Para mim parece um terror, mas para essas meninas, é como se já se anestesiassem.

E chegam a sofrer de stress pós-traumático.
Pensei muito nisso. Em como isso deve voltar depois de uns anos. Quando fiz pesquisa na região da Luz, conheci senhoras de 70, 80 anos fazendo programa. E vi que o que é errado para mim é o que ela consegue fazer para sustentar um filho. Que direito tenho de falar: "Não faça"? As pessoas não são o que querem ser. São como conseguem. E isso é triste. E eu parei para pensar que também não sou o que quero. Sou o que consigo. Somos o melhor que conseguimos ser. E se o filme servir para que Raquel volte a falar com a mãe dela, vai ter valido a pena.

"É a história da Cinderella trash" Marcus Baldini descobriu Bruna Surfistinha, a garota e o livro, antes mesmo de chegar às livrarias. Amigo de Jorge Tarquini, o jornalista com quem Raquel Pacheco escreveu o best seller O Doce Veneno do Escorpião, que vendeu 250mil cópias, viu na história da garota de classe média alta que se torna prostituta para alcançar sua independência a possibilidade de um sucesso nas telas. "O grande desafio era fazer um filme capaz de entreter, mas que não deixasse de trazer uma reflexão."

Ao mesmo tempo, fez um filme feminino. "Engraçado que você e outras mulheres estão dizendo isso. Fico feliz. De fato resolvi me atentar às razões dela. Sou fascinado pela amoralidade da Raquel. E quis desde sempre entender esta garota que quer achar seu lugar no mundo. É a própria história da Cinderella Trash", conta ele, que tem longa carreira em direção de videoclipes e filmes publicitários.

Já a direção de atores o preocupou quando decidiu dirigir seu primeiro filme. Para entender melhor ‘o lugar do ator’, fez curso de atuação com Fátima Toledo. "Sempre quis fazer um filme de ator, em que a Deborah estivesse em todas as cenas, que tudo fosse do ponto de vista dela. Das cenas de sexo ao blog, é pelos olhos de Bruna que a história é contada."

 

Fonte: Estadao

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Dedicado: Deborah Secco Desde: 24 de Maio de 2008 Administradora: Patrícia Nome: Deborah Secco Portugal
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