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21
Mar15

Deborah Secco é só sorrisos ao desembarcar de mãos dadas com o namorado

Deborah Secco Portugal

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 Acompanhada do Hugo Moura, atriz distribuiu sorrisos na quarta-feira (18), em aeroporto no Rio de Janeiro

Deborah Secco distribuiu sorrisos ao desembarcar, na quarta-feira (18), no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, acompanhada do namorado, o engenheiro Hugo Moura.  De mãos dadas com o amado, a atriz foi fotografada ao deixar o local.

Na noite anterior, Deborah prestigiou a 59ª Edição do Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), que aconteceu na noite de terça-feira (17), no Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros, em São Paulo.

Deborah assumiu o romance com Hugo, de 24 anos, em fevereiro deste ano. A atriz viajou com o novo namorado para uma pousada em Fernando de Noronha, onde posou para fotos românticas durante um café da manhã. Hugo é natural de Salvador, e atualmente mora no Rio de Janeiro, onde investe na carreira de ator.

No momento, a atriz está em fase de preparação de sua personagem em Verdades Secretas, novela que ocupará o horário das 23h, na Globo. Na trama, Secco viverá uma mulher mais velha, guerreira e que será traída pela própria filha adolescente.

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Fonte: Quem

21
Mar15

Hugo Moura vai com Deborah Secco ao Prêmio QUEM: "Essa mulher é um fenômeno"

Deborah Secco Portugal

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 Atriz, vencedora de Melhor atriz de Cinema por 'Boa Sorte', foi com o modelo, que comemorou seus 25 anos na premiação

Deborah Secco foi com o namorado, o modelo Hugo Moura, à edição 8° edição do Prêmio QUEM, que aconteceu no restaurante Cais do Oriente, no Centro do Rio de Janeiro, na noite de quarta-feira (18).

Com um vestido vermelho brilhante, Secco foi receber o troféu de Melhor atriz de Cinema por sua atuação em Boa Sorte. A ocasião também marcou o aniversário de 25 anos de Hugo, que aproveitou para elogiar a namorada. "Estou superfeliz. Essa mulher é um fenômeno. Também estou contente porque hoje é meu aniversário e vamos comemorar aqui", derreteu-se o bonitão, que é baiano e está há seis meses com a atriz e mora no Rio há um ano. 

Sobre a exposição por namorar a atriz, Hugo disse que lida bem com a situação. "É impossível falar que não muda a nossa vida, mas conseguimos lidar bem com isso e mantemos os nosso valores", contou ele, que já apresentou Deborah aos familiares. "Minha família a amou. Não tem como se apaixonar por ela."

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 Deborah trocou beijos com o namorado

"Tenho só a agradecer por ele ter me acompanhado neste dia do aniversário dele. Foi ele que me deu o presente por ter vindo", disse Secco, que ainda foi fotografada no maior chamego com a atriz Drica Moraes e o filho dela, Matheus

Veja abaixo quem foram os famosos que estiveram na 8° edição do Prêmio QUEM!

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 Deborah Secco e Lucinha Araújo

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 Deborah Secco recebeu o prêmio de Melhor Atriz de Cinema

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 Fonte: Quem

 

18
Out14

Revista Trip - Deborah Secco

Deborah Secco Portugal

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 Aos 34 anos, a atriz segue estampando de maneira fatal nosso imaginário de capa de revista

 

Desde os 8 anos, Deborah Secco acontece sob os holofotes. Como numa história que corresse paralela a sua própria história, suas personagens sempre estiverem um passo à frente. O primeiro beijo na vida real veio depois do beijo na ficção. O sexo existiu antes na novela. Aos 34 anos, a atriz segue estampando de maneira fatal nosso imaginário de capa de revista. Mas é possível falar com ela. Enquanto seu personagem posava para as fotos desta edição, Deborah Secco conversou com Trip. Assertiva, forte mas frágil, conhecedora de seus limites e de sua trajetória, a atriz cita aquela que chamou de "frase da sua vida": "Uma pessoa não é aquilo que quer, mas o que pode ser"

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Ela se diz transformada por dois de seus papéis no cinema: uma garota de programa egressa da classe média, em Bruna Surfistinha, mais de 2 milhões de espectadores em 2011; e a soropositiva terminal Judite, de Boa sorte, estreia da diretora Carolina Jabor na ficção, a ser conferido nos cinemas a partir de novembro. Para viver este drama baseado em conto do cineasta Jorge Furtado, Deborah Secco perdeu 11 quilos.

Com todos eles de volta (e mais três adicionais), a atriz carioca teve pela frente novo papel principal, o de uma decadente apresentadora de programa infantil, em A estrada do diabo (ainda sem estreia definida), de André Moraes. “Um filme diferente de tudo. Um grupo de atores está fazendo um longa de baixo orçamento e meio que pira no método Fátima Toledo, não sabe mais o que é a realidade”, diverte-se.

A alusão à polêmica preparadora de elenco (de Pixote, Cidade de Deus e Tropa de elite), conhecida pela linha dura e busca por uma atuação realista custe o que custar, entra de modo bem-humorado na conversa testemunhada por uma mesa generosa, repleta de guloseimas, fraco confesso da anfitriã. No luxuoso apartamento de Deborah, em frente à praia da Barra da Tijuca, o cenário oceânico do Rio se comporta de maneira pouco usual durante as 2 horas de papo: relâmpagos, fortes ondas, chuva de granizo.

Habituada aos holofotes desde os 8 anos, a ex-estrela infantil faz psicoterapia há duas décadas. Desde 2004, depois de sofrer de um problema na tireoide, começou uma virada atlética à base de variada rotina de exercícios: após a entrevista, empolgada, faz questão de demonstrar energicamente seus movimentos de levantamento olímpico, também conhecido como halterofilismo. Solteira após dois casamentos (com o diretor de TV Rogério Gomes, entre 1997 e 2001, e o futebolista Roger Flores, de 2009 a 2013) e um relacionamento longo com Falcão, vocalista d’O Rappa, Deborah chega aos 34 anos sem fazer o tipo je ne regrette rien (não me arrependo de nada).

Ela não se orgulha de ter posado nua para a revista Playboy duas vezes, em 1999 e em 2002, exibindo o nu frontal que mesmo no ousado Bruna Surfistinha, por exemplo, não foi necessário. “Eu poderia ter feito teatro com Antunes Filho, virado uma atriz cool. Me questionei bastante sobre isso, mas precisava da estabilidade financeira, queria proporcionar coisas para a minha família”, conta a menina criada em Jacarepaguá (zona oeste do Rio), em uma família de classe média – “baixa”, completa.

Na preparação para filmar Bruna Surfistinha, a menina que era “fragilzinha” e “fresquinha” (termos dela mesma) viveu por um mês entre garotas de programa. Moças estupradas pelos pais ou padrastos, que se drogavam para aliviar a dor, que lutavam para mandar dinheiro para filhos que mal viam. “Uma puta vida infeliz. Mas a capacidade delas de sobreviver me fez valorizar tudo que eu consegui. Uma delas me disse o que virou a frase da minha vida: ‘Deborah, ninguém é o que consegue ser. A gente é o que pode ser’. Apesar de todos os erros que cometi, dos tropeços que dei, estou superbem, tenho saúde, minha família está ótima. Vindo do lugar de onde venho, estou aqui, agora, neste apartamento”, pesa, expandindo o olhar para o belo céu encrespado.

Boa sorte, filme do qual (a exemplo de Bruna Surfistinha) Deborah é coprodutora associada, também colocou a estrela, que há dez anos tem contratos entre o primeiro time da Globo (e 20 anos de casa), no meio de mulheres com quase nada no horizonte. Visitou várias soropositivas terminais, tinha a ideia de fazer uma mulher “forte, guerreira”. Mas, ao conversar com o infectologista David Uip (atual secretário de Saúde de São Paulo), o primeiro a diagnosticar um caso de Aids no Brasil, descobriu outra chave para sua personagem. “Ele me disse que em todos os pacientes que acompanhou e viu morrer havia uma força construída na serenidade de aceitar a situação”, fala. 

Deborah tem um projeto em parceria com o diretor André Moraes já aprovado para a Gshow, braço de internet da TV Globo. “É para debater temas polêmicos, dizer não ao preconceito. Só poderia funcionar na web, porque na televisão sofreria censura”, adianta. Em breve, vai filmar, com Daniel Filho, em dois dias, Obra-prima, filme que “pretende quebrar paradigmas de distribuição no Brasil” (talvez seja exibido apenas on-line). Também tem se arriscado a escrever roteiros, desenvolvendo ideias com João Falcão e Zé Henrique Fonseca. “A minha expectativa agora é arriscar, fazer o que não sei se vai dar certo. Como me disse a Fernandona [Fernanda Montenegro, que vive a avó de sua personagem em Boa sorte], antes de uma cena: ‘Minha filha, a gente nunca vai saber se está fazendo direito’. Aquilo me deu uma calma pra vida.” Deborah diz que sua religião são “seus atos”, mas, por via das dúvidas, ligou para a mãe depois de filmar com a veterana. “Vamos numa igreja agradecer.”

 

 "Aprendemos com a minha mãe a não depender de homem: não se venda por nada, seja dona da sua vida, você é quem manda, você pode, você faz"

 

Em algum momento você pensou em ser outra coisa que não atriz? Não tenho lembrança da minha vida sem ser atriz. Nasci sabendo que seria atriz. Escrevi uma peça aos 5 anos, O arco-íris sem cor. Não foi só o texto, eu tinha todos os figurinos desenhados. Minha mãe conta que eu brincava de chorar, de rir, brincava que tinha perdido a memória, chegava no colégio sempre com uma personalidade diferente. Numa dessas brincadeiras, tipo  adedanha, vinha a pergunta: “Atriz com a letra D”. Eu respondia: “Deborah Secco”. Daí diziam: “Não valeeeee! Você ainda não é atriz”. E eu reagia: “Sou atriz, sim!”. Tracei minhas metas ainda menina: com 25 anos vou ser protagonista de novela da Globo, com 50 eu ganho o Oscar. Aos 24, um mês antes de fazer 25, o meu nome veio antes do de todos em América, novela das 8. Agora, o Oscar... [risos]. Sempre achei que tudo ia dar muito certo. Eu tinha um acordo com meu pai que, se eu tirasse menos de oito em alguma matéria da escola, pararia com o que ele chamava de “brincadeira”. Para mim, não era brincadeira. Era o meu trabalho, a minha vida. Desde os 8 anos passei a ganhar dinheiro com a profissão. Quando fazia o seriado Confissões de adolescente [na TV Cultura, em 1994, aos 14 anos], fiquei três meses sem ir às aulas, e combinei na escola que poderiam exigir 7,5 de média, mas que não me reprovariam por falta. Eu já tinha como meta os oito para o meu pai mesmo...

Seus pais se separaram quando você tinha 12 anos, você foi criada pela sua mãe. O ambiente na sua casa era feminista? Meu pai se casou de novo e foi se distanciando de nós. Meu irmão ficou dois anos com ele, só depois é que veio morar conosco. Então, no começo, éramos minha irmã, minha madrinha, minha mãe e eu. Sempre senti falta de um homem protetor, uma figura paterna. Mas minha mãe [Sílvia] nos criou – eu e minha irmã, Bárbara, – para sermos a mulher que ela não foi. E criou meu irmão para ser o marido que ela não teve. Minha irmã hoje é advogada bem-sucedida, com escritório que atende grandes empresas. Aprendemos com a minha mãe a não depender de homem: não se venda por nada, seja dona da sua vida, você é quem manda, você pode, você faz. Para o meu irmão, a lição era: não pode ficar o dia inteiro fora trabalhando, tem que ver sua mulher, seus filhos. E ele de fato prefere ganhar menos e ter tempo para levar o filho para o judô, é aquele marido que chega cedo e espera a mulher com o jantar pronto.

 

"No primeiro nu que precisei fazer, fiquei chorando o tempo todo. Tremia, não conseguia. O Daniel Filho, que me dirigiu no Confissões de adolescentes, e foi como um pai para mim, me disse: 'Vamos para a análise. Botar pra fora suas angústias.'"

 

Ela sempre foi dona de casa? Minha mãe não tem profissão, sempre foi mãe. Acho que é a profissão mais difícil que existe. Com três filhos, então, ela vivia em função da gente. Meu irmão era nadador, treinava 8 horas por dia. Acordava às 4 da manhã pra ir de Jacarepaguá (zona oeste do Rio) para o Fundão (Ilha do Governador, zona norte). Ela ia e voltava para levar a gente para o colégio, depois buscava. Ela brincava dizendo que era nossa chofer. Mas fez toda a diferença na nossa vida. Ela ficava na janela do balé gritando “é a melhor”, “linda” – mesmo eu não sendo. Levava meu irmão em todas as competições, ficava na beira da piscina com um chocolatinho na mão gritando “vai!” Tudo que ela fez por mim, fez por eles. Minha irmã também era do esporte: natação, tênis, vôlei.

Você teve uma outra irmã, mais velha, que morreu na infância. Eu tinha 1 ano e meio, ela tinha 5. Erro médico, ela teve alergia a um antibiótico, o médico não quis fazer logo a traqueostomia. E eu cresci com essa coisa de “a Deborah é doente, é fraquinha”. Tinha alergia a muita coisa. Entrava no mar, alergia a iodo; comia camarão, corre para o hospital. Hoje, tenho o maior orgulho de ser, dos meus irmãos, a atleta, a única que faz exercícios com um compromisso maior. Não só pela estética, mas por vencer os desafios que eu não conseguia. Fazer barra de um jeito que meu irmão não faz! Quando ganhei um pouco mais de dinheiro com o Confissões de adolescente fomos todos para a Disney. Na época, não andei em nenhuma montanha-russa, morria de medo, era toda fresquinha. Agora, há pouco tempo, voltei com meu irmão e minha sobrinha. Fui em todos os brinquedos, naquele Lex Luthor Drop of Doom, por exemplo, que é uma queda imensa [de 120 metros, a mais alta do mundo em parques de diversões]. Durante toda a infância fui a pobrezinha [risos]. E a mais feia. Meu irmão tem 1,93 metro, era muito bonito. Minha irmã tem 1,75 metro, e eu com meus 1,64 metro. Minha irmã ganhou corpo rápido, tem olhos verdes, cabelo loiro (depois escureceu). Eu sempre tive muita espinha, vergonha absoluta do meu corpo magrinho. Só fui aprender a andar de bicicleta há três anos. O meu instrutor falou: “É inadmissível. Você tem equilíbrio, fica em pé na bola de pilates, vai aprender!”.

Muitos talentos precoces sofrem na vida adulta em função da infância roubada pela profissão. Qual foi o impacto disso na sua trajetória? Eu não me queixo. Em Jacarepaguá, tinha pique, queimada, gato mia. Brincadeiras mais físicas que as das crianças de hoje. Eu tinha uma única boneca Barbie. Quando fui para os Estados Unidos pela primeira vez, com o dinheiro que ganhei, comprei 20 Barbies. Graças a Deus tive uma sobrinha para herdar todas. E pude brincar com ela tudo o que não brinquei na época. Meu pai era matemático, dava aulas em colégio para os melhores alunos, que estudavam muito para passar no IME [Instituto Militar de Engenharia] e no Ita [Instituto Tecnológico de Aeronáutica]. Ele me dava problemas de vestibular e eu, com 10 anos, resolvia pela lógica. Ele dizia que eu seria uma grande matemática. Ficava louco com essa coisa de eu querer ser atriz. Mas eu dizia: vou ser atriz de qualquer jeito. Se der tudo errado, vou ser atriz pobre, vou passar o chapeuzinho na praça. Eu fiz vestibular só para dar satisfação para eles, entrei em filosofia, na PUC-RJ. Passei, tranquei e falei: “Pai, meu compromisso com você foi até aqui. Tá bom assim”.

 

"Meu primeiro beijo veio antes na ficcção. As personagens viviam coisas antes de mim. Isso me machucava. O início dessa coisa da Deborah sexy foi muuuito doloroso"

 

O que você lia quando criança? Eu li O amor nos tempos do cólera com 9 anos. Pensei: “É isso que eu quero! Um amor que não dê certo, porque aí você vive a vida toda com aquilo, a expectativa. Imagina que chato arrumar um amor que dê certo logo aos 20 anos? Perde a graça”. Era uma coisa completamente louca e adiantada para a idade. Eu sempre falo que, em todas as minhas relações, tentei acreditar no príncipe encantado. Acho que assim fui levando adiante muitos relacionamentos. Como atriz, eu nem deveria falar isso, mas... Como espectadora, o que gosto mesmo é de Uma linda mulherGhost, Um dia, filme com a Anne Hathaway. Eu choro. Sempre gostei de histórias de amor, e fico pensando em vivê-las, claro. “Quando ela mente/ não sei se ela deveras sente/ o que mente pra mim” [versos de “Ela faz cinema”, de Chico Buarque] é o que mais me define nos relacionamentos. Eu falo pra mim mesma: “Não finge, Deborah, não finge”. Hoje eu tô trabalhando isso.

Que tipo de terapia você faz? Comecei a fazer análise com 18 anos. Tem ideias do Gurdjieff [1866-1949, místico armênio], eneagramas que ajudam a compor meus personagens. Comecei quando fiz uma novela, Suave veneno. Foi meu primeiro papel sexy. Eu não tinha a bagagem sexual que a personagem exigia e dei uma pirada. Tinha uma cena de dança que eu não conseguia fazer, o Daniel Filho cancelou a gravação até. No primeiro nu que precisei fazer, fiquei chorando o tempo todo, não conseguia. Tremia inteira, chorava e o Daniel, que foi um pai pra mim, que tinha me dirigido no Confissões de adolescente, me disse: “Vamos para a análise. Botar pra fora suas angústias, seus medos”. Na terapia, eu descobri que estava chorando porque ainda não tinha vivido aquilo. “Pô, para de roubar minha vida, ô, profissão!” Como no meu primeiro beijo... Meu primeiro beijo da vida real veio depois, um ano e meio depois, de eu ter beijado no teatro. E foi num curso, com o André Gonçalves. Lembro que pedi: “Dá beijo de língua, porque eu não sei beijar e preciso aprender. Eu nunca beijei na vida real”. As personagens viviam as coisas antes de mim. Isso me machucava. O início dessa coisa da Deborah sexy foi muuuito doloroso. Virei sex symbol, mas não sabia nem transar.

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Mas você abraçou isso bem demais, ou pelo menos assim ficou parecendo... No início, eu vou te falar que fiquei muito feliz. “Ganhei da minha irmã!” [Risos.] Depois vi que aquilo, para a minha família, naquele momento, era muito... útil. Porque podia trazer uma estabilidade financeira, uma visibilidade maior. Mas chegou uma hora em que começou a ficar só aquilo, e vi que tinha que buscar outras coisas, mostrar que eu era... o oposto daquilo. Eu não me acho nada sensual. Sou uma supermulher, legal, bem-humorada, carinhosa. Mas sexy não seria um dos adjetivos. Essa coisa que o Daniel Filho me ensinou: “Nada da Deborah pode ser maior do que a personagem. A sua vergonha não pode ser maior que a personagem! Sua vaidade, seu medo... A Deborah fica no camarim! Quem vem pro set é a personagem”. E ele, com aquela coisa do pai: “Você vai ter que trabalhar isso. Fiz assim com a Glória Pires, com a Sônia Braga, com todas elas. Então você vai aprender também. Não é a sua ética, não é a sua moral que estão aqui!”. Com isso, aprendi mesmo. A minha vaidade não é maior que o meu trabalho. Tive que emagrecer 11 quilos para fazer o Boa sorte. As pessoas me olhavam na rua, nunca me viram tão feia. Fiquei trancada em casa, porque, nas poucas vezes em que apareci, dava problema. Depois engordei todos os 11 quilos perdidos e mais 3 para fazer A estrada do diabo. Nessa época, dezembro de 2013, apareci no Vídeo show e no Altas horas. Foi nota por um mês: “Deborah gorda!”.

Hoje você atua também como produtora executiva. Os homens ainda se assustam com mulheres poderosas, ricas, donas de si? Não sei, hoje acho que vejo os homens mais assustados com mulheres que querem tirar proveito material deles. Que querem se aproveitar de uma relação para ganhar dinheiro, patrimônio. É triste, mas tem mulher que está aí para isso, os caras têm razão de se sentir acuados. Diante de uma mulher que se banca, que se basta, esses homens não duvidam do amor, se sentem verdadeiramente amados. No meu caso, talvez o meu patamar financeiro possa intimidar quem está muito longe dele. Mas eu estou tão longe de ser o que eu tenho! Minha essência não é essa.

 

"Perdi a virgindade aos 18 anos. [...] Não sou o tipo de mulher que vai dar para um cara hoje sem pensar que amanhã a gente vai se falar e discutir o nome dos nossos filhos. Se não for assim, nem começa"

 

Você é religiosa? O que eu acredito... A minha religião é o que eu faço, é a minha prática no dia a dia. Como diz uma menina, doente terminal, que eu conheci na preparação para o Boa sorte: “Certeza, certeza de que tem outro lugar, eu não tenho, não! Então vamos aproveitar aqui. Se puder, Deborah, traz logo amanhã bolo e brigadeiro!” [Risos.] Ela falava isso como uma diversão! Agora, depois de ter trabalhado com a Fernandona [Fernanda Montenegro], eu liguei pra minha mãe e falei: “Vamos numa igreja pra agradecer”.

Você ficou famosa no Confissões de adolescente, era uma molecota. Agora, na recente adaptação do seriado para o cinema, viveu uma tia. Como se vê envelhecendo? É muito louco, porque a gente lembra de olhar para a nossa mãe com essa idade e achar velha. Mas, cara, me sinto começando a minha vida. Se a finitude não me interromper antes do esperado, quero envelhecer. Desejo arduamente as rugas, ficar com o cabelo branco, desejo ficar toda curvadinha. Porque só não fica quem morre antes! Eu tô no comecinho, sou muito disposta a encarar coisas novas, arriscar. Tem uma coisa que dizem de mim: “Ah, a Deborah namora e muda de personalidade, vira outra pessoa”. Não é que eu vire. Mas qualquer relação é feita de trocas. E eu sem preconceito me predisponho a conhecer tudo. Eu sou super diurna e quando namorei o Falcão me dispus a entrar nos horários dele. Vi que aquilo poderia me fazer bem de alguma maneira. Eu ia e depois determinava meu limite: vai você, e eu fico em casa lendo um livro.

Você disse outro dia numa entrevista: eu não quero ser uma celebridade. Como é a sua relação com esse universo? Eu acho que as celebridades deveriam ser cientistas, pessoas que inventaram coisas importantes, que fizeram trabalhos relevantes, transformações sociais. Essas são as pessoas que deveríamos seguir, observar, aprender. Eu, não. Não tenho essa importância. Tento dar uma humilde contribuição. No Boa sorte, a gente discute drogas, HIV, amor, finitude, temas fortes. Eu faço também uma peça, Mais uma vez amor, que mostra, entre outras coisas, a época dos confiscos no plano Collor, aparece a Zélia Cardoso de Mello. Depois, no camarim, os adolescentes perguntam quem era aquela mulher. Eu faço questão de explicar, falar para eles do confisco etc.

Mas você joga o jogo das celebridades, dá entrevistas para certo tipo de imprensa, participa como jurada do “Dança dos famosos”, até já quebrou duas costelas participando do quadro do Faustão... Ali, no programa, eu estou sendo leal a quem me ajudou, tenho gratidão à empresa que me contrata. Valorizo o tanto que me ajudaram e faço com prazer, além do profissionalismo. Em 20 anos, meu salário nunca atrasou, sempre foram corretos comigo. Me deram tempo para que eu me redescobrisse, para que eu fizesse outros projetos. Devo essa lealdade a eles quando precisam do meu lado celebridade. E também posso usar dessa condição na hora de sentar com uma empresa para pedir apoio a meus projetos, divulgar minha peça, meu filme. Esse equilíbrio é algo que busco, ainda estou amadurecendo. Eu hoje posso estar numa entrevista falando sobre certas coisas, mas procuro um limite. Estou aqui falando de uma Deborah que interessa às pessoas, mas não é a Deborah real. Eu posso dizer isso aqui [risos].

 

"Se um dia for necessário mostrar o peito e a bunda, ok, ele pertence à personagem. Se um dia for necessário  mostrar a vagina para contar uma história, eu vou mostrar. Desde que não seja algo gratuito"

 

Você falou do Mais uma vez amor, uma espécie de seu lado politizado. Quando e como foi que você tomou consciência das coisas da política nacional? Lá em casa era proibido levantar da mesa sem ler jornal. E não tinha essa de “não quero ler a parte de economia”. Aprendi muito viajando e vendo as desigualdades do Brasil. Eu tenho um projeto social, junto com a escritora Martha Medeiros, que leva dentistas e oculistas ao interior. Tem outro com ginecologistas. Usei meu lado celebridade pra conseguir apoio. E comecei a ir com uma van fazer o preventivo em mulheres que nunca tinham feito um preventivo na vida. Aí você vê que falta muita coisa mesmo para arrumar... Eu me disponho a ir lá, levar informação. E compreensão política de que uma cesta básica não é suficiente. Mas não levanto bandeira de nada na minha vida.

Você já foi elogiada publicamente pela Dilma... [Interrompendo.] Ela fez um elogio a Natalie, minha personagem na novela Insensato coração. Eu fiquei muito grata, como ficaria grata a qualquer elogio de qualquer brasileiro. 

Você vê um avanço na possibilidade de termos duas mulheres no segundo turno na eleição presidencial? Na questão política, eu não penso nisso, sabe? Eu quero um bom presidente, seja mulher, homem, branco, negro. Eu quero é alguém que, de verdade, faça pelo Brasil.

Nos seus relacionamentos, você sempre teve noção de igualdade, na base do “o que ele pode fazer, eu também posso”? Eu sempre procuro que seja assim, e não só nos meus relacionamentos amorosos. Não tem essa de que o homem é diferente. No relacionamento de igual para igual, o que o casal combinar, vale para os dois.

Você já deu uma declaração diferente sobre fidelidade, que ela não era essencial... Foram palavras distorcidas. Eu sempre falo que “o combinado não sai caro”. Já vi muitos relacionamentos em que a fidelidade não era algo essencial para ambas as partes... dar certo. Eu não saberia viver assim, mas super
-respeito quem topa. Eu de fato acho que amando alguém a gente não consegue. Eu vejo homem dizendo isso – homem acha isso até ver a mulher com outro. Mas vejo muitas pessoas vivendo assim, algumas bem, e respeito, até admiro, queria ter esse desprendimento, sabe? Mas acho que o amor ainda me torna egoísta. Até com amigo, às vezes sinto ciúme de amizade. Aquela coisa “puxa, minha amiga, tão minha amiga, e viajou com outra amiga!”

Você teve relacionamentos com dois homens de profissões que muitas veem como “de risco” no quesito fidelidade: músico, Falcão, e jogador de futebol, Roger. E também um diretor da Globo [Rogério Gomes, com quem foi casada de 1997 a 2001]. Ah, mas a gente não escolhe, né? O amor, ele acontece. Ele vem e me toca. Não importa o que a pessoa é: branca, negra, velha, nova, famosa, cantor, jogador. Eu vou ter que lidar com as consequências, assim como eles têm que lidar com as minhas questões. Então, até nisso, a gente vai trabalhando na igualdade [risos].

No filme Bruna Surfistinha, você aparece em cenas fortes, mas não há nu frontal. Houve questões contratuais, esse tipo de restrição? Olha, no começo, o contrato estava cheio de restrições. Aí eu fui viver
um mês com as meninas, as garotas de programa. Quando saí de lá, pensei: “Cara, eu não vou fazer Uma linda mulher, eu vou fazer o que eu tiver que fazer nesse filme”. Entendi que o que eu ganhei ali iria valer tudo. Fiz as cenas sem pensar. No final, na montagem, eu estava junto, e me preocupei em incluir todas as cenas necessárias para contar a história, sem a preocupação do que iria aparecer ou não. Queria causar o desconforto que senti vivendo aquela vida. Queria que os espectadores saíssem com uma sensação
estranha, pelo menos. Achava que eram muito mais fortes aquelas cenas de homens me pegando, me batendo, do que o nu, a perna aberta. A perna aberta não contava aquela história, os tapas, sim. Se
um dia for necessário mostrar o peito e a bunda, ok, ele pertence à personagem. Se um dia for necessário mostrar a vagina para contar uma história (de um câncer, por exemplo), eu vou mostrar, desde que não seja algo gratuito.

E fazer a Playboy, como foi? Hoje eu não faria novamente a Playboy. Na época, pensei na segurança financeira, no bem-estar da minha família. Na primeira vez que posei, gastei meu cachê com uma casa para a minha mãe, uma casa para o meu pai, e paguei os estudos dos meus irmãos. Na segunda, comprei uma casa para mim, e apliquei um dinheiro. Eu pensava: “Se eu ficar desempregada, consigo viver com esses juros”. A casa era em Jacarepaguá, depois a gente veio para a Barra. E hoje, como eu não preciso mais, já tenho essa segurança financeira, o que a revista pode me dar em troca? Não sou dessas pessoas que querem ter sempre mais, em termos de ganho material. Eu pensava muito nisto: quantas pessoas fizeram uma novela de sucesso com 18 anos e depois não deram certo? Eu achava que essa segurança
financeira faria uma diferença na nossa história. Por isso decidi posar nua. Hoje, tenho muita tranquilidade para falar a respeito. Depois que tive essa lição de vida com as garotas de programa, com quem convivi para fazer o Bruna Surfistinha, isso tudo ficou bem claro e resolvido para mim. Isso me permitiu ser quem sou hoje, não estar atrelada a projetos comerciais, não ter que vender, não o corpo, mas a verdade artística. Hoje eu posso brigar pela minha verdade artística.

Uma indiscrição, como você se refere a sua vagina? Nunca chamei de nome nenhum. Quando era criança minha mãe falava “limpar a pepeca”. Depois comecei a falar “vou fazer higienização íntima”. Boceta eu não falo. Acho feio. Vagina é uma palavra complexa, são muitas sílabas se comparar com cu [risos].

Ao longo da carreira, além do processo de conquistas pela atividade física, você também se submeteu a transformações corporais. Até que ponto colocar silicone nos seios, por exemplo, é uma exigência de mercado de trabalho? Na verdade, eu botei silicone por uma questão que surgiu na análise. Eu tinha um superproblema com o peito da minha irmã. Ela tinha um peito lindo – e o meu peito não crescia. Até que um dia, a Dora, minha analista, disse: “Ô, Deborah, eu sou contra a plástica. Mas se isso está te fazendo mal na relação familiar, resolve o seu problema. Vai para vida”. E eu: “Não sei, quero ter filho antes”. E ela: “Mas isso parece ser um problema tão grande que você talvez nem tenha filho por causa dessas questões”. Se é um nariz que incomoda, alguma coisa física que faz mal para a pessoa, acho ótimo resolver com plástica, mesmo que soe fútil para os outros. Eu cresci com isto: minha irmã era muito mais bonita, os meninos gostavam dela. Os que eu gostava, namoraram com ela. Ela é um ano e meio mais nova do que eu. Eu jogava a culpa disso no peito, sabe? E realmente foi a solução, porque eu botei o peito e vi que não era esse o problema [risos]. Botei uma vez só, foi pouco, 230, 280 mililitros, eu acho. De roupa, não aparece tanto. Não sei se faria hoje, sabendo de tantos casos em que houve complicações. Bom, não ficou dos piores [risos]. Tem coisas que a gente só aprende com a idade. No final, mais vale o molinho verdadeiro do que o duro falso [risos].

Você cresceu na era da camisinha, a Aids já era tema na época do Confissões de adolescente. Como viveu a sexualidade nessa fase? Muito antes da minha primeira relação, minha mãe já havia me levado ao ginecologista. Fui apresentada à pílula, camisinha etc. A gente tinha aula de educação sexual: a coisa de como pedir para o cara botar a camisinha eu aprendi no colégio. Perdi a virgindade aos 18 anos, com camisinha. Assim, de uma forma lúdica, eu diria que não sou o tipo de mulher que vai dar para um cara hoje sem pensar que amanhã a gente vai se falar e discutir o nome dos nossos filhos [risos]. Para mim, a intimidade que o sexo permite a um casal é para pensar em construir uma vida juntos. Se não for assim, nem começa. Eu não lido bem com isso: se o cara não me ligar no dia seguinte, eu me mato [risos]! Não tenho essa força. Eu namoro muito, me envolvo muito. Tento acreditar nesse amor que talvez não seja tão perfeito quanto acho que é. E, com o tempo, me deparo com a realidade. Mas sempre começo alguma coisa pensando em relacionamento.

E drogas, elas estiveram por perto? Costumo dizer que tive sorte. De conhecer o final da história muito cedo. Tive contato com as drogas assistindo a pessoas muito próximas morrerem de overdose. Minha mãe segurou a gente em casa o máximo que pôde. Quando fui ter contato com drogas, já vi o fim da história: overdose, corre pro hospital, vai morrer, não vai morrer. Nessa ocasião, pensei: “Não quero isso para mim. Deve ser bom pra caralho, senão as pessoas não iriam se foder assim”. Isso ficou claro pra mim aos 17 anos. Eu nunca experimentei, e nem posso. Tenho total consciência. Pessoas com a minha intensidade... O meu fim seria aquele que eu vi, e seria rápido. Sou assim com comida. Como uma forma de pudim inteira. Tiro do forno e como direto. Uma panela de brigadeiro todinha também.

Doces são o seu fraco? E álcool? Só os doces. Comida em geral: arroz, feijão, farofa. Bebida, não. Não bebo nada, nem vinho. Não gosto do cheiro, acho mulher bêbada feio, perde uma coisa mágica, suave, doce... Mulher com cerveja, então... Mas quem gosta, tudo bem. Eu acho que se bebesse também, poderia adorar, gostar demais, ficar doida... Tem uma outra coisa aí: eu sempre soube que nasci com uma loucura artística de me permitir viver outras vidas. Por isso não posso perder minha razão, eu me perderia por aí. Passar do ponto fora da consciência, sabe? Eu já vim querendo brincar de ser outra pessoa, já vim com essa dose de loucura. Mas, convivendo com pessoas que usam droga ao longo do tempo, minha prática sempre foi: eu não peço pra você parar, você não pede pra eu usar.

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 No primeiro book, aos 9 anos: "Não tenho lembranças da minha vida sem ser atriz"

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Com a mãe, Silvia Regina, os irmãos Ricardo e Barbara e os sobrinhos

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 Abraçada ao pai, Ricardo

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 Na primeira peça em que atuou, ainda no colégio

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 Aos 15 anos, no seu baile de debutante, fazendo par com Daniel Filho

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 No papel da filha de José Wilker, em A Próxima Vítima, na TV Globo: "Aprendi muito com ele"

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 Na novela Boogie oogie, com o ator Fabrício Boliveira: "Sou uma supermulher, legal, bem-humorada, carinhosa. Mas sexy não seria um dos meus adjetivos"

 

Fonte: Revista Trip

08
Mar14

'Vai ser especial', entrega Deborah Secco sobre o Dia dos Namorados

Deborah Secco Portugal

Namorando o cantor Allyson Castro, atriz revela: 'Tem sido uma fase muito feliz'

 

Deborah Secco nos bastidores do Domingão

 

Além de muito talento, Deborah Secco é dona de uma beleza ímpar. Ao ser elogiada pela repórter Marianne Bastos nos bastidores do Domingão, a atriz, que foi jurada do Dança dos Famosos, disse que acredita que a beleza é fruto de seu bom momento: “É reflexo mesmo de que a gente está feliz”, comentou. O motivo de tanta alegria é o namoro com o cantor Allyson Castro. Nesta quarta, 12, Dia dos Namorados, não vai faltar romance. “Eu não consigo planejar muito, porque a gente depende de roteiro de gravação. Mas com certeza não importa o lugar, importa a pessoa, e o dia vai ser especial”, garante.

 

“Acho que sou uma pessoa muito abençoada. Deus me deu muitos motivos para sorrir. Ultimamente tem sido uma fase muito feliz”, completa a atriz. Apaixonada por dança, Deborah, que já participou do quadro Dança no Gelo, diz que pretende voltar às pistas já que a prática é também um bom exercício para se manter esbelta.

 

“Eu dancei a minha vida inteira, coisa de criança. Mas há um bom tempo eu não danço. E acho que é uma boa forma de mexer o corpo. Eu sou uma pessoa bastante preguiçosa para ginástica, então quem sabe eu não consigo engrenar agora com o balé. Estou em uma fase sem malhar há alguns meses”, entregou a atriz, que quer voltar às atividades físicas assim que a temporada de Louco por Elas chegar ao fim.

Deborah Secco na Dança no Gelo, em 2006

 

Vê o video: http://gshow.globo.com/programas/domingao-do-faustao/por-tras-das-cameras/noticia/2013/06/vai-ser-especial-entrega-deborah-secco-sobre-o-dia-dos-namorados.html

 

Notícia antiga: 11/6/2013

 

Fonte: Globo

01
Out13

Novo namorado de Deborah Secco é o empresário Rogerio Chor

Deborah Secco Portugal

Deborah Secco e Rogerio Chor mantêm o relacionamento longe dos holofotes. Mas o novo romance foi um dos assuntos mais comentados em festas do Ano-Novo judaico, de acordo com a revista 'Veja Rio'

 

Deborah Secco está namorando o empresário Rogerio Chor. O novo casal está mantendo o relacionamento discreto e evita aparecer publicamente

 

Deborah Secco já tem motivos para sorrir novamente. Pouco mais de dois meses após terminar o relacionamento com o cantor católico Allyson Castro, a atriz está vivendo um novo romance. O eleito é o engenheiro civil Rogério Chor, de 52 anos, diretor executivo da construtora CHL.

 

O relacionamento segue discreto, já que o empresário está em processo de separação de seu segundo casamento com a publicitária Juliana Erthal Leonardo. Procurado pelo Purepeople, Rogério manteve a discrição sobre a relação com a atriz: "Eu entendo que esta é a sua profissão e você está fazendo o seu trabalho, mas prefiro mesmo não falar. Não quero dar uma palavra sobre esse assunto", disse ele na tarde desta sexta-feira (27).

Sobre a fama de Deborah e as consequentes fotos que certamente aparecerão, o empresário ponderou. "É o trabalho dos fotógrafos, não posso fazer nada. Mas ela é a famosa, se quiser ligar pra ela, tudo bem", finalizou Rogério, educado, preferindo se manter em silêncio, apenas, ao ser questionado sobre sua recente separação.

A informação sobre o romance surgiu no início de setembro, quando a coluna "Beira-Mar", da revista "Veja Rio", publicou que durante o Ano-Novo judaico, comemorado na primeira quarta-feira de setembro (4), o assunto mais comentado nas festas era sobre o relacionamento da atriz com o empresário da comunidade. Procurado pela publicação na ocasião, o empresário estava de férias nos Estados Unidos.

Formado pela Universidade Santa Úrsula, no Rio de Janeiro, Rogerio é pai de três filhos, Beny, Tomer e Guili, frutos de seu primeiro casamento. Em junho de 2012, o empresário se casou com Juliana Erthal após iniciar um relacionamento em 2011. O rapaz é esportista e gosta de surfar. Nas redes sociais, costuma aparecer usando roupa de neoprene e segurando pranchas de surfe em viagens com amigos e acompanhado de seus filhos.

Em dezembro de 2011, Rogério foi eleito "Carioca do Ano", prêmio concedido pela revista "Veja Rio" aos cariocas que mais se destacaram em suas áreas. Na mesma ocasião, Deborah Secco foi premiada no mesmo evento pelo sucesso como Bruna Surfistinha nos cinemas e Natalie Lamour na novela "Insensato Coração". Na festa da premiação, Rogério e Deborah posaram juntos para várias fotos com seus respectivos troféus em mãos.

Atualmente em um SPA no Paraná para perder uns quilinhos adquiridos em sua recente viagem aos Estados Unidos, Deborah Secco também está preferindo manter o romance em sigilo. Prestes a completar 34 anos em novembro, a atriz falou recentemente de sua vida amorosa nos bastidores do programa "A Grande Família", da "TV Globo", onde fez uma participação especial. "Não é difícil encontrar homem de verdade. Difícil é entenderem que eu sou de verdade. Sou muito diferente do que a mídia me faz parecer. Sou real, não sou superpoderosa".

Antes de começar o relacionamento com Rogerio Chor, Deborah Secco namorou por três meses o cantor católico Allyson Castro. O romance, que levou Deborah a frequentar constantemente a Paróquia São Marcos, na Barra da Tijuca, terminou em julho de 2013.

Assim como o atual namorado, Deborah também já foi casada. A união com o ex-jogador de futebol Roger Flores aconteceu em um castelo em Itaipava, região serrana do Rio, em junho de 2009, com direito a festa para 150 convidados. Na época Roger jogava no Qatar, no Oriente Médio e a distância, aliás, parece ter atrapalhado o relacionamento, que sofreu um baque em 2010, quando eles ficaram um tempo separados, e terminou de vez em abril de 2013, mesmo com Roger já de volta ao Brasil.

 

Fonte: Purepeople

29
Ago13

Deborah Secco solta o verbo: ‘Sou real, não sou superpoderosa’

Deborah Secco Portugal

Deborah Secco, 33, resolveu abrir o jogo e revelou que é bem diferente do que as pessoas acham dela.

 

Em entrevista ao portal "Globo.com", a atriz disse que não é igual a imagem que ela tem na mídia. "Sou muito diferente do que a mídia me faz parecer. Sou real, não sou superpoderosa", disparou.

A artista também comentou que se considera uma pessoal normal e carente, como todas as outras mulheres. "No início, a pessoa fica um pouco assustada. Mas, convivendo comigo, percebe que sou uma menina normal, com as mesmas necessidades e as mesmas carências de qualquer outra".

Prestes a gravar uma participação especial no seriado "A Grande Família", da Globo, Deborah garantiu que consegue separar bem a sua vida pessoal do trabalho, e ainda falou sobre os homens.

"Não é difícil encontrar homem de verdade. Difícil é entenderem que eu sou de verdade", desabafou ela, que está solteira desde julho, quando terminou um namoro relâmpago com o cantor gospel Allyson Castro, 33.

Fonte: Yahoo

05
Mai13

Revista traz detalhes sobre separação de Deborah Secco

Deborah Secco Portugal

Fontes da 'Contigo!' dizem que não é a primeira vez que os dois se separam e que diferença de personalidade atrapalhou a relação

 

A revista 'Contigo' desta semana traz detalhes sobre a separação de Deborah Secco e Roger Flores. "Eles têm personalidades muito diferentes. Deborah é caseira, totalmente família, tem poucos amigos... Ele é o oposto: adora sair à noite", afirmou. "Ela pensou muito antes de tomar a decisão. Ninguém saiu quebrando a casa", garante a fonte, completando: "Ela precisa de um homem mais romântico ao seu lado, alguém que esteja mais presente também. Ela é amorosa, sonhadora e quer ter uma família".

O presidente do Cruzeiro, Zezé Perrella, clube no qual Roger jogou, também se manifestou à publicação: "A distância do Rio teve um peso. Por causa da profissão de atriz, quando ele foi para o Qatar, ela não conseguiu ficar lá. E depois, ele nos comunicou que ia e voltava pro Rio no sacrifício". Sobre a separação, ele revela que não é de hoje que o casal passa por uma crise. "Isso já aconteceu umas três ou quatro vezes. Vão passar por isso. Eles se gostam muito".

Madrinha de casamento da atriz, a dermatologista Karla Assed disse à revista que os amigos estão torcendo pela felicidade de ambos. "Sou amiga do casal. É fato que estão sofrendo. Ficam procurando coisas que não existem e isso só os machuca mais. Não está sendo fácil para nenhum dos dois".

 

Fonte: Ego

05
Mai13

Deborah Secco apaixonada

Deborah Secco Portugal

Depois de ter sido traída por Roger Flores, Deborah Secco colocou um ponto final na relação.

Porém, a atriz brasileira mostra-se novamente apaixonada. Desta vez, o eleito é o cantor religioso Allyson Castro e o romance já foi assumido.

"Não tenho nada para mostrar nem para esconder. Estou bem, o romance está bom", disse Deborah Secco à saída da missa, onde viu o namorado cantar. Quanto a Roger Flores, a atriz fez questão de salientar: "Não lhe desejo mal".

 

Fonte: Vidas

05
Mai13

Deborah Secco já saia com novo namorado há pelo menos três meses

Deborah Secco Portugal

Deborah Secco, que está separada de Roger Flores, inclusive, foi a alguns shows dele acompanhada da amiga Bruna Marquezine

 

A atriz Deborah Secco e o comentarista de futebol Roger Flores aparentemente viviam um casamento aberto. Apesar das muitas suspeitas de traição por parte dele, a atriz nunca tinha enfrentado rumores de outros relacionamentos. Agora que está namorando o cantor de músicas cristãs e empresário Allyson Silva Castro, sabe-se que Deborah já andava com o moço há pelo menos três meses. É o que mostra a foto acima, onde aparece Deborah e Allyson.

 

Não se sabe, porém, quando o relacionamento começou de fato, já que Allyson era noivo até dezembro do ano passado, quando terminou o noivado dez dias antes do casamento.

Segundo o colunista Leo Dias, Deborah, inclusive, foi a alguns shows dele acompanhada da amiga Bruna Marquezine.

No último sábado, Deborah viajou para Rondônia para conhecer a família do novo namorado e visitar a atual sogra, que está internada no Hospital Central de Porto Velho desde o último dia 15, por conta de um aneurisma.

No domingo, os dois foram vistos jantando no restaurante Mariposa, onde foi fotografada.

 

Fonte: Clicapiaui

05
Mai13

Deborah Secco troca carinhos com o novo namorado no Rio

Deborah Secco Portugal

Na noite desta quarta-feira, 1º, atriz foi fotografada pela primeira vez em clima de romance com Allyson Castro

 

Deborah Secco trocou carinhos com o novo namorado em um restaurante na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Na noite desta quarta-feira, 1º, a atriz foi fotografada pela primeira vez em clima de romance com Allyson Castro. Apesar da troca de carícias e da intimidade entre eles, Deborah e Allyson não chegaram a se beijar em público.

Deborah e seu novo amor

Duas semanas após anunciar a separação de Roger, Deborah Secco já vive um novo amor. O eleito é o cantor religioso Allyson Castro, natural de Porto Velho (RO), e morador do Rio de Janeiro há 13 anos. Uma fonte do EGO conta que Deborah já foi apresentada oficialmente por Allyson para a toda a família como sua namorada.

O encontro aconteceu durante uma viagem da atriz a Porto Velho para visitar a mãe do namorado, a socialite Dorinha Castro, que está em coma. A mãe de Allyson sofreu um aneurisma no último dia 15 e, desde então, segue internada no Hospital Central de Porto Velho. Deborah chegou à capital de Rondônia na manhã de sábado, 27, e se hospedou no hotel Aquarius, um quatro estrelas da família de Allyson. À tarde, ela esteve no hospital onde causou um certo tumulto. "O povo daqui não está acostumado a ver artista e foi todo mundo em cima dela, mas ela foi muito simpática e atendeu a todos", contou a fonte que preferiu não se identificar.

 

A notícia não pegou de surpresa apenas os moradores da cidade. A família de Allyson também ficou perplexa ao descobrir a identidade da nova namorada do rapaz. "Todos ficaram muito impressionados. Os parentes mais distantes não imaginavam que seria ela a namorada dele. Só os mais próximos, como o pai e a irmã, sabiam de quem se tratava", contou. Segundo a fonte, o relacionamento parece ser sério: "Allyson nunca foi de apresentar namorada para a família dele. É difícil".

Deborah e Allyson teriam se conhecido durante a produção de uma peça infantil de uma escola de teatro. Atualmente o casal é vizinho e mora no mesmo prédio em um condomínio na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Conhecido em sua cidade natal, Allyson vem de uma família influente politica e empresarialmente na região. Seu pai é dono de uma rede de hotéis e boates, a mãe é uma conhecida socialite da cidade e o irmão, Emerson Castro, é o atual Secretário de Desenvolvimento Social e Econômico de Rondônia. Emerson teria dito que só não chama a atriz de cunhada porque os dois ainda não são casados.

Entre os familiares, aparentemente apenas Allyson é tão dedicado à religião. O rapaz chegou a gravar um DVD ao vivo em uma casa noturna do pai mas, como o projeto não deu certo, acabou se mudando para o Rio e se dedicando ao repertório religioso.

 

Fonte: Ego

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Dedicado: Deborah Secco Desde: 24 de Maio de 2008 Administradora: Patrícia Nome: Deborah Secco Portugal
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